Capa de O Cortiço por Aluísio Azevedo
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O Cortiço

por Aluísio Azevedo

Páginas321
Editora Independently Published
Ano 2018
ISBN-13 9781983096358

Sinopse

O Cortiço é um romance naturalista de Aluísio Azevedo publicado em 1890, que denuncia a baixa renda dos cortiços cariocas do final do século XIX. Barroquista, o autor usa de gestos denominados mimetismos atribuindo as pessoas e coisas, adjetivos e ações de animais e plantas. Alfredo Bosi destaca que Azevedo não se importa em construir um enredo, mas em criar personagens convincentes: "Só em O Cortiço Alonso atinou de fato com a fórmula que se ajustava ao seu talento: desistindo de montar um enredo em função de pessoas, ateve-se à sequência de descrições muito precisas onde cenas coletivas e tipos psicologicamente primários fazem, no conjunto, do cortiço, a personagem mais convincente do nosso romance naturalista. Existe o quadro: dele derivam as figuras."Segundo Antonio Candido , no ensaio De Cortiço a Cortiço, no cortiço de Aluísio Azevedo a natureza brasileira "desempenha papel essencial como explicação dos comportamentos transgressivos, como combustível das paixões e até da simples rotina fisiológica. Aluísio aceita a visão romântico-exótica de uma natureza poderosa e transformadora, reinterpretando-a em chave naturalista."Edição com notas e biografia do autor.

Editora Independently Published
Ano 2018
ISBN-13 9781983096358

Sinopse

O Cortiço é um romance naturalista de Aluísio Azevedo publicado em 1890, que denuncia a baixa renda dos cortiços cariocas do final do século XIX. Barroquista, o autor usa de gestos denominados mimetismos atribuindo as pessoas e coisas, adjetivos e ações de animais e plantas. Alfredo Bosi destaca que Azevedo não se importa em construir um enredo, mas em criar personagens convincentes: "Só em O Cortiço Alonso atinou de fato com a fórmula que se ajustava ao seu talento: desistindo de montar um enredo em função de pessoas, ateve-se à sequência de descrições muito precisas onde cenas coletivas e tipos psicologicamente primários fazem, no conjunto, do cortiço, a personagem mais convincente do nosso romance naturalista. Existe o quadro: dele derivam as figuras."Segundo Antonio Candido , no ensaio De Cortiço a Cortiço, no cortiço de Aluísio Azevedo a natureza brasileira "desempenha papel essencial como explicação dos comportamentos transgressivos, como combustível das paixões e até da simples rotina fisiológica. Aluísio aceita a visão romântico-exótica de uma natureza poderosa e transformadora, reinterpretando-a em chave naturalista."Edição com notas e biografia do autor.