Capa de Doppelgänger Uma viagem através do Mundo-Espelho por Naomi Klein
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Doppelgänger Uma viagem através do Mundo-Espelho

por Naomi Klein

Páginas480
Editora Carambaia
Ano 2024
ISBN-13 9786554610773

Sinopse

<p> <b> ✶ Best-seller imediato do The New York Times </b> </p> <p> <b>✶ Ganhador do Women's Prize de Não Ficção 2024</b> </p> <p> <b> ✶ Presente na lista dos melhores livros do ano do New York Times , Guardian , Time e Slate </b> </p> <p> <b>✶ Traduzido para mais de 30 idiomas</b> </p> <p> Doppelgänger : palavra de origem alemã que significa “duplo ambulante”. Refere-se à ideia de que cada indivíduo tem o seu sósia, muitas vezes uma cópia maligna, circulando por aí. É com esse termo que a canadense Naomi Klein identifica a “Outra Naomi”, uma jornalista com quem passa a ser confundida. O problema é que, enquanto Klein é uma das vozes mais respeitadas entre intelectuais de esquerda no mundo todo, sua doppelgänger se torna, em plena pandemia, assumida negacionista, antivacina e difusora de teorias da conspiração das mais variadas, com ampla interlocução nos canais da extrema direita. </p> <p> Em Doppelgänger – uma viagem através do Mundo-Espelho , a escritora Naomi Klein faz uma investigação de fôlego no submundo online da desinformação e das teorias conspiratórias. Autora de vários best-sellers e traduzida em mais de trinta idiomas, ela analisa como funciona essa realidade paralela, um mundo invertido no qual as pessoas embarcam em uma teia de verdades facilmente contestáveis e assumem discursos fanáticos, repletos de violência e paranoia, expandindo a polarização das redes sociais para diversas outras esferas da sociedade. </p> <p> No paralelo com Alice, que se lança do outro lado do espelho, mergulha na toca do coelho e vê o mundo invertido, Naomi Klein usa a “cultura doppelgänger ” como ponto de partida e de análise em sua envolvente narrativa. Ao longo dos capítulos, ela entrelaça temas aparentemente tão diversos como a cultura digital e a luta antirracista, os esquecidos do capitalismo e o conflito Israel-Palestina. Uma viagem que passa obrigatoriamente pelo Brasil, que vive então sob o governo Bolsonaro. </p> <p>A edição da CARAMBAIA tem tradução de Renato Marques e conta com posfácio do filósofo e professor da PUC-Rio Rodrigo Nunes.</p>

Editora Carambaia
Ano 2024
ISBN-13 9786554610773

Sinopse

<p> <b> ✶ Best-seller imediato do The New York Times </b> </p> <p> <b>✶ Ganhador do Women's Prize de Não Ficção 2024</b> </p> <p> <b> ✶ Presente na lista dos melhores livros do ano do New York Times , Guardian , Time e Slate </b> </p> <p> <b>✶ Traduzido para mais de 30 idiomas</b> </p> <p> Doppelgänger : palavra de origem alemã que significa “duplo ambulante”. Refere-se à ideia de que cada indivíduo tem o seu sósia, muitas vezes uma cópia maligna, circulando por aí. É com esse termo que a canadense Naomi Klein identifica a “Outra Naomi”, uma jornalista com quem passa a ser confundida. O problema é que, enquanto Klein é uma das vozes mais respeitadas entre intelectuais de esquerda no mundo todo, sua doppelgänger se torna, em plena pandemia, assumida negacionista, antivacina e difusora de teorias da conspiração das mais variadas, com ampla interlocução nos canais da extrema direita. </p> <p> Em Doppelgänger – uma viagem através do Mundo-Espelho , a escritora Naomi Klein faz uma investigação de fôlego no submundo online da desinformação e das teorias conspiratórias. Autora de vários best-sellers e traduzida em mais de trinta idiomas, ela analisa como funciona essa realidade paralela, um mundo invertido no qual as pessoas embarcam em uma teia de verdades facilmente contestáveis e assumem discursos fanáticos, repletos de violência e paranoia, expandindo a polarização das redes sociais para diversas outras esferas da sociedade. </p> <p> No paralelo com Alice, que se lança do outro lado do espelho, mergulha na toca do coelho e vê o mundo invertido, Naomi Klein usa a “cultura doppelgänger ” como ponto de partida e de análise em sua envolvente narrativa. Ao longo dos capítulos, ela entrelaça temas aparentemente tão diversos como a cultura digital e a luta antirracista, os esquecidos do capitalismo e o conflito Israel-Palestina. Uma viagem que passa obrigatoriamente pelo Brasil, que vive então sob o governo Bolsonaro. </p> <p>A edição da CARAMBAIA tem tradução de Renato Marques e conta com posfácio do filósofo e professor da PUC-Rio Rodrigo Nunes.</p>