Capa de O último ancestral por Ale Santos
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O último ancestral

por Ale Santos

Páginas352
Editora HARLEQUIN
Ano 2021
Edição 1
ISBN-13 9786555112405

Sinopse

<p> <b>**Finalista do 1o CCXP Awards na categoria ficção e do Prêmio Jabuti 2022 na categoria romance de entretenimento**</b> </p> <p> </p> <p> <b>Ficção científica de Ale Santos usa elementos do afrofuturismo — movimento cultural, estético e político que cria narrativas de protagonismo negro — numa fantasia urbana eletrizante, trazendo referências da fé, cultura e história africana no Brasil. </b> </p> <p> </p> <p>Localizada na periferia do Distrito de Nagast, num futuro ultratecnológico, fica Obambo, a favela para onde quase toda a população negra foi exilada quando os Cygens — híbridos de homens e máquinas — tomaram o poder, estabelecendo uma forte política de segregação racial e proibindo o uso da magia, a propagação da fé e o culto aos deuses.</p> <p>É lá que mora Eliah, um jovem que busca no esquema de roubo de carros uma vida melhor para si e para sua irmã, Hanna, uma adolescente autodidata em linguagens eletrônicas. Porém, ele vê sua vida mudar completamente ao descobrir que carrega em si o espírito do Último Ancestral, entidade poderosa capaz de salvar os obambos.</p> <p>Agora, com a ajuda de Hanna e outros aliados importantes, Eliah precisa usar seus poderes ancestrais para lutar por seu povo. O que ele não sabe é que uma ameaça ainda maior está à espreita.</p> <p> Em O último ancestral, o ativista Ale Santos reinventa o Brasil num futuro distópico e traça um paralelo com a realidade do país com referências às favelas, a religiões diversas e ao Carnaval e questões sociais, como segregação racial a racismo estrutural.</p>

Editora HARLEQUIN
Ano 2021
Edição 1
ISBN-13 9786555112405

Sinopse

<p> <b>**Finalista do 1o CCXP Awards na categoria ficção e do Prêmio Jabuti 2022 na categoria romance de entretenimento**</b> </p> <p> </p> <p> <b>Ficção científica de Ale Santos usa elementos do afrofuturismo — movimento cultural, estético e político que cria narrativas de protagonismo negro — numa fantasia urbana eletrizante, trazendo referências da fé, cultura e história africana no Brasil. </b> </p> <p> </p> <p>Localizada na periferia do Distrito de Nagast, num futuro ultratecnológico, fica Obambo, a favela para onde quase toda a população negra foi exilada quando os Cygens — híbridos de homens e máquinas — tomaram o poder, estabelecendo uma forte política de segregação racial e proibindo o uso da magia, a propagação da fé e o culto aos deuses.</p> <p>É lá que mora Eliah, um jovem que busca no esquema de roubo de carros uma vida melhor para si e para sua irmã, Hanna, uma adolescente autodidata em linguagens eletrônicas. Porém, ele vê sua vida mudar completamente ao descobrir que carrega em si o espírito do Último Ancestral, entidade poderosa capaz de salvar os obambos.</p> <p>Agora, com a ajuda de Hanna e outros aliados importantes, Eliah precisa usar seus poderes ancestrais para lutar por seu povo. O que ele não sabe é que uma ameaça ainda maior está à espreita.</p> <p> Em O último ancestral, o ativista Ale Santos reinventa o Brasil num futuro distópico e traça um paralelo com a realidade do país com referências às favelas, a religiões diversas e ao Carnaval e questões sociais, como segregação racial a racismo estrutural.</p>