Fábulas cabulosas e outras histórias subversivas
Sinopse
<p> <i>Fábulas cabulosas e outras histórias subversivas</i> faz uma releitura crítica e satírica de fábulas e histórias infantis da literatura universal, atualizando-as com a inserção de parafernálias do universo digital e tendências comportamentais contemporâneas. A simples leitura dos títulos dos contos humorísticos já permite ter uma ideia do seu senso de humor: "Cinderela empoderada"; "Os três porquinhos proativos"; "Peter P@n e a síndrome do peterpânico"; "Chapuzinhx Vermelhx"; "O Pequeno Polegar e a inclusão digital"; "João, o pé de feijão e o vegetarianismo compulsório"; "Parda de Neve"; "O patinho feio, porém arrumadinho"; "Rapunzel e a mentira cabeluda". Essa longa relação de títulos tem um propósito objetivo: comprovar que este é um livro que nos faz rir apenas com a leitura do índice. E a vantagem é que o teor dos textos só faz multiplicar as promessas dos títulos. </p> <p>O humor é uma manifestação superior de inteligência, capaz de sensibilizar quase todas as pessoas e objeto de estudo desde a Antiguidade. O humor é tão necessário à nossa existência que o ser humano chegou a ser qualificado por alguns filósofos como "um animal que ri", e também como "um animal que faz rir".</p> <p> Nesse sentido, Henrique Rodrigues pode ser considerado um dos mais expressivos exemplos desta espécie de animal, um leão do humor, um tigre da paródia com o sorriso do sábio Gato de Cheshire, de <i>Alice no País das Maravilhas.</i> Ou então a reencarnação moderna de La Fontaine com o olhar do Chapeleiro Maluco. O resultado é, ao mesmo tempo, desconcertante e fascinante, garantindo risadas instantâneas e reflexões duradouras — a maior característica do humor inteligente e questionador. </p> <p> <i>Fábulas cabulosas e outras histórias subversivas</i> chega para nos ajudar a enfrentar os grandes desafios do presente e a suportar as agruras do cotidiano. É um livro que espelha uma das melhores facetas da alma brasileira: a de usar o humor como instrumento de resistência, superação e esperança. </p>
Sinopse
<p> <i>Fábulas cabulosas e outras histórias subversivas</i> faz uma releitura crítica e satírica de fábulas e histórias infantis da literatura universal, atualizando-as com a inserção de parafernálias do universo digital e tendências comportamentais contemporâneas. A simples leitura dos títulos dos contos humorísticos já permite ter uma ideia do seu senso de humor: "Cinderela empoderada"; "Os três porquinhos proativos"; "Peter P@n e a síndrome do peterpânico"; "Chapuzinhx Vermelhx"; "O Pequeno Polegar e a inclusão digital"; "João, o pé de feijão e o vegetarianismo compulsório"; "Parda de Neve"; "O patinho feio, porém arrumadinho"; "Rapunzel e a mentira cabeluda". Essa longa relação de títulos tem um propósito objetivo: comprovar que este é um livro que nos faz rir apenas com a leitura do índice. E a vantagem é que o teor dos textos só faz multiplicar as promessas dos títulos. </p> <p>O humor é uma manifestação superior de inteligência, capaz de sensibilizar quase todas as pessoas e objeto de estudo desde a Antiguidade. O humor é tão necessário à nossa existência que o ser humano chegou a ser qualificado por alguns filósofos como "um animal que ri", e também como "um animal que faz rir".</p> <p> Nesse sentido, Henrique Rodrigues pode ser considerado um dos mais expressivos exemplos desta espécie de animal, um leão do humor, um tigre da paródia com o sorriso do sábio Gato de Cheshire, de <i>Alice no País das Maravilhas.</i> Ou então a reencarnação moderna de La Fontaine com o olhar do Chapeleiro Maluco. O resultado é, ao mesmo tempo, desconcertante e fascinante, garantindo risadas instantâneas e reflexões duradouras — a maior característica do humor inteligente e questionador. </p> <p> <i>Fábulas cabulosas e outras histórias subversivas</i> chega para nos ajudar a enfrentar os grandes desafios do presente e a suportar as agruras do cotidiano. É um livro que espelha uma das melhores facetas da alma brasileira: a de usar o humor como instrumento de resistência, superação e esperança. </p>