Capa de As quatro estações da alma: Da angústia à esperança por Mario Sergio Cortella, Rossandro Klinjey
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As quatro estações da alma: Da angústia à esperança

por Mario Sergio Cortella, Rossandro Klinjey

Páginas160
Editora Editora Papirus
Ano 2023
ISBN-13 9786555920444

Sinopse

<b>Semifinalista do Prêmio Jabuti 2024</b> <br> <br> Esse livro é uma conversa sobre a vida, com as suas dores e alegrias. Unindo o conhecimento e as vivências de cada um, o filósofo <b>Mario Sergio Cortella</b> e o psicólogo <b>Rossandro Klinjey</b> falam sobre os desertos que atravessamos no inverno da alma e a importância de acolhermos as angústias que nos afligem e lidarmos com elas. <br> Saber nomear e entender a própria dor é fundamental para conseguirmos organizar nossos sentimentos e escolher o rumo que queremos seguir. Por isso, conforme apontam os autores, não devemos evitar olhar para dentro de nós mesmos e enfrentar – por que não contemplar? – aqueles momentos em que tudo parece mais difícil. <br> Num mundo em que as redes sociais parecem ditar uma vida de festa e eterna felicidade, é preciso ter coragem para refletir sobre o que é real de fato, sem filtros, pois até o verão pode ser entediante. Afinal, a dor também existe, e é necessário reconhecê-la para não sermos por ela dominados e não perdermos nossa capacidade de ter esperança.

Editora Editora Papirus
Ano 2023
ISBN-13 9786555920444

Sinopse

<b>Semifinalista do Prêmio Jabuti 2024</b> <br> <br> Esse livro é uma conversa sobre a vida, com as suas dores e alegrias. Unindo o conhecimento e as vivências de cada um, o filósofo <b>Mario Sergio Cortella</b> e o psicólogo <b>Rossandro Klinjey</b> falam sobre os desertos que atravessamos no inverno da alma e a importância de acolhermos as angústias que nos afligem e lidarmos com elas. <br> Saber nomear e entender a própria dor é fundamental para conseguirmos organizar nossos sentimentos e escolher o rumo que queremos seguir. Por isso, conforme apontam os autores, não devemos evitar olhar para dentro de nós mesmos e enfrentar – por que não contemplar? – aqueles momentos em que tudo parece mais difícil. <br> Num mundo em que as redes sociais parecem ditar uma vida de festa e eterna felicidade, é preciso ter coragem para refletir sobre o que é real de fato, sem filtros, pois até o verão pode ser entediante. Afinal, a dor também existe, e é necessário reconhecê-la para não sermos por ela dominados e não perdermos nossa capacidade de ter esperança.