Estranho familiar - Conversas sobre o mundo em que vivemos
Sinopse
<p> <b> Em <i>Estranho familiar</i>, os leitores de Zygmunt Bauman encontrarão um viés mais pessoal do homem que mudou nossa maneira de pensar o mundo moderno. E aqueles que acabam de descobrir esse engajado humanista terão em mãos uma síntese magistral de seu imenso legado. </b> </p> <p>Meses antes de falecer, Zygmunt Bauman recebeu em sua casa o jornalista suíço Peter Haffner para três longas conversas. Desses encontros surgiu este livro, no qual o grande sociólogo discorre sobre temas como história, política, identidade, judaicidade, moral, felicidade e amor. <br>Bauman descreve sua infância, o serviço militar no Exército Vermelho, a participação na Segunda Guerra Mundial e a expulsão da Polônia em 1968, oferecendo relatos íntimos de eventos históricos aos quais consagra suas finas percepções sociais e políticas. Ele fala sobre a perspectiva da morte com a propriedade de quem enfrentou na pele, como judeu polonês, a sociedade desregulada, fragmentada e individualizada da modernidade líquida, da qual se tornou teórico. Comenta os autores que desempenharam papel principal em seu pensamento, como Antonio Gramsci e Emmanuel Levinas. E destaca a importância da sociologia — uma ciência cujo significado, em sua visão, é tornar o familiar estranho e o estranho familiar.</p>
Sinopse
<p> <b> Em <i>Estranho familiar</i>, os leitores de Zygmunt Bauman encontrarão um viés mais pessoal do homem que mudou nossa maneira de pensar o mundo moderno. E aqueles que acabam de descobrir esse engajado humanista terão em mãos uma síntese magistral de seu imenso legado. </b> </p> <p>Meses antes de falecer, Zygmunt Bauman recebeu em sua casa o jornalista suíço Peter Haffner para três longas conversas. Desses encontros surgiu este livro, no qual o grande sociólogo discorre sobre temas como história, política, identidade, judaicidade, moral, felicidade e amor. <br>Bauman descreve sua infância, o serviço militar no Exército Vermelho, a participação na Segunda Guerra Mundial e a expulsão da Polônia em 1968, oferecendo relatos íntimos de eventos históricos aos quais consagra suas finas percepções sociais e políticas. Ele fala sobre a perspectiva da morte com a propriedade de quem enfrentou na pele, como judeu polonês, a sociedade desregulada, fragmentada e individualizada da modernidade líquida, da qual se tornou teórico. Comenta os autores que desempenharam papel principal em seu pensamento, como Antonio Gramsci e Emmanuel Levinas. E destaca a importância da sociologia — uma ciência cujo significado, em sua visão, é tornar o familiar estranho e o estranho familiar.</p>