Capa de Cartas para minha avó por Djamila Ribeiro
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Cartas para minha avó

por Djamila Ribeiro

Páginas200
Editora Companhia das Letras
Ano 2021
Edição 1
ISBN-13 9786557822777
ISBN-10 9786557822777

Sinopse

<p> <b> Um relato memorialístico pungente e sensível sobre ancestralidade, feminismo e antirracismo na criação de filhos. </b> </p> <p>No mais pessoal e delicado de seus livros, a filósofa Djamila Ribeiro revisita sua infância e adolescência para discutir temas como ancestralidade negra e os desafios de criar filhos numa sociedade racista. O relato se dá na forma de cartas a sua saudosa avó Antônia — carinhosa e amorosa, conhecedora de ervas curativas e benzedeira muito requisitada. <br>A cumplicidade que sempre houve entre avó e neta é o que permite que a autora rememore episódios difíceis, como a perda do pai e da mãe, as agressões que sofreu como mulher negra no Brasil e os desafios para integrar a vida acadêmica. Djamila também fala de relacionamentos amorosos e experiências profissionais, das músicas, das leituras e das amizades que a acompanharam em sua construção pessoal — e da percepção paulatina de que a memória das lutas e das conquistas das pessoas negras que vieram antes de nós é a força que nos permite seguir adiante.</p>

Editora Companhia das Letras
Ano 2021
Edição 1
ISBN-13 9786557822777
ISBN-10 9786557822777

Sinopse

<p> <b> Um relato memorialístico pungente e sensível sobre ancestralidade, feminismo e antirracismo na criação de filhos. </b> </p> <p>No mais pessoal e delicado de seus livros, a filósofa Djamila Ribeiro revisita sua infância e adolescência para discutir temas como ancestralidade negra e os desafios de criar filhos numa sociedade racista. O relato se dá na forma de cartas a sua saudosa avó Antônia — carinhosa e amorosa, conhecedora de ervas curativas e benzedeira muito requisitada. <br>A cumplicidade que sempre houve entre avó e neta é o que permite que a autora rememore episódios difíceis, como a perda do pai e da mãe, as agressões que sofreu como mulher negra no Brasil e os desafios para integrar a vida acadêmica. Djamila também fala de relacionamentos amorosos e experiências profissionais, das músicas, das leituras e das amizades que a acompanharam em sua construção pessoal — e da percepção paulatina de que a memória das lutas e das conquistas das pessoas negras que vieram antes de nós é a força que nos permite seguir adiante.</p>