Memorial de Aires
Sinopse
<p> <b>Publicado no ano de sua morte, este último romance escrito por Machado de Assis, organizado como uma série de entradas de diário, é um retrato fiel e emocionante tanto da história do Brasil quanto da solidão da velhice.</b> </p> <p>Último romance escrito por Machado de Assis, <i>Memorial de Aires</i> foi publicado em 1908, ano da morte do autor. Intimista e atento aos detalhes do cotidiano, conta múltiplas histórias de personagens diversos em idade e classe social, constituindo um caleidoscópio que se modifica a cada leitura. <br>Composta em forma de diário, a obra abarca os anos de 1888 e 1889 — absolutamente centrais para a história do Brasil — da vida do diplomata aposentado José da Costa Marcondes Aires e de seu círculo de relações. <br>Aqui, o conselheiro Aires, personagem que já aparecera em <i>Esaú e Jacó</i>, compartilha com o autor a condição de viuvez. Ao tratar da velhice e da solidão, Machado de Assis constrói um livro que, apesar de parecer discreto, tem fundo irremediavelmente complexo e ambíguo e dá testemunho da violência presente na realidade social brasileira.</p> <p>Introdução, estabelecimento de texto e notas de Marta de Senna e Marcelo Diego.</p>
Sinopse
<p> <b>Publicado no ano de sua morte, este último romance escrito por Machado de Assis, organizado como uma série de entradas de diário, é um retrato fiel e emocionante tanto da história do Brasil quanto da solidão da velhice.</b> </p> <p>Último romance escrito por Machado de Assis, <i>Memorial de Aires</i> foi publicado em 1908, ano da morte do autor. Intimista e atento aos detalhes do cotidiano, conta múltiplas histórias de personagens diversos em idade e classe social, constituindo um caleidoscópio que se modifica a cada leitura. <br>Composta em forma de diário, a obra abarca os anos de 1888 e 1889 — absolutamente centrais para a história do Brasil — da vida do diplomata aposentado José da Costa Marcondes Aires e de seu círculo de relações. <br>Aqui, o conselheiro Aires, personagem que já aparecera em <i>Esaú e Jacó</i>, compartilha com o autor a condição de viuvez. Ao tratar da velhice e da solidão, Machado de Assis constrói um livro que, apesar de parecer discreto, tem fundo irremediavelmente complexo e ambíguo e dá testemunho da violência presente na realidade social brasileira.</p> <p>Introdução, estabelecimento de texto e notas de Marta de Senna e Marcelo Diego.</p>