A cama de Procusto Aforismos filosóficos e práticos
Sinopse
<p> <b>Uma coleção de aforismos e pensamentos que expressam de forma surpreendente as ideias mais importantes de Nassim Nicholas Taleb, autor dos clássicos modernos <i>A lógica do Cisne Negro </i>e <i>Antifrágil</i>. </b> <b>Para Taleb, precisamos abraçar o inesperado — e aceitar o que não sabemos — para enxergar o mundo como ele de fato é.</b> </p> <p>Na mitologia grega, Procusto era um homem violento, que obrigava seus hóspedes a caberem perfeitamente em sua cama de ferro: esticando-os, se eram muito pequenos, ou cortando seus membros, se eram muito grandes. No campo do pensamento, esse mito é resgatado para se referir à intolerância humana e à falácia pseudocientífica que distorce os dados da realidade para que se ajustem a uma hipótese.</p> <p>Em <i>A cama de Procusto</i>, Taleb apresenta sua visão sobre os efeitos colaterais da civilização moderna: a culpabilização da realidade por não se adequar a modelos econômicos, a invenção de doenças para vender drogas, o esforço para satisfazer as demandas da tecnologia a qualquer custo, a definição da inteligência como algo que pode ser medido em sala de aula e a tentativa de convencer as pessoas de que emprego não é escravidão.</p> <p>Ao abordar essas temáticas, o livro explora as ilusões humanas e contrasta os valores clássicos de coragem, elegância e erudição com as doenças modernas de nerdice, filistinismo e falsidade.</p>
Sinopse
<p> <b>Uma coleção de aforismos e pensamentos que expressam de forma surpreendente as ideias mais importantes de Nassim Nicholas Taleb, autor dos clássicos modernos <i>A lógica do Cisne Negro </i>e <i>Antifrágil</i>. </b> <b>Para Taleb, precisamos abraçar o inesperado — e aceitar o que não sabemos — para enxergar o mundo como ele de fato é.</b> </p> <p>Na mitologia grega, Procusto era um homem violento, que obrigava seus hóspedes a caberem perfeitamente em sua cama de ferro: esticando-os, se eram muito pequenos, ou cortando seus membros, se eram muito grandes. No campo do pensamento, esse mito é resgatado para se referir à intolerância humana e à falácia pseudocientífica que distorce os dados da realidade para que se ajustem a uma hipótese.</p> <p>Em <i>A cama de Procusto</i>, Taleb apresenta sua visão sobre os efeitos colaterais da civilização moderna: a culpabilização da realidade por não se adequar a modelos econômicos, a invenção de doenças para vender drogas, o esforço para satisfazer as demandas da tecnologia a qualquer custo, a definição da inteligência como algo que pode ser medido em sala de aula e a tentativa de convencer as pessoas de que emprego não é escravidão.</p> <p>Ao abordar essas temáticas, o livro explora as ilusões humanas e contrasta os valores clássicos de coragem, elegância e erudição com as doenças modernas de nerdice, filistinismo e falsidade.</p>