A morte é uma festa (Nova edição) Ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX
Sinopse
<p> <b>Um dos maiores clássicos da historiografia nacional, em nova edição revista pelo autor.</b> </p> <p>Em 1836, uma multidão destruiu o cemitério do Campo Santo em Salvador. Inaugurado três dias antes, ele fora construído por uma empresa que obtivera do governo o monopólio dos enterros na cidade. Até aquela data, as pessoas eram enterradas nas igrejas, costume considerado essencial para a salvação das almas. <br>A rebelião contra o cemitério foi feita por centenas de manifestantes em defesa de uma vida melhor no outro mundo. Para entender tão extraordinário episódio — que ficou conhecido como revolta da Cemiterada —, o historiador João José Reis realizou uma primorosa pesquisa, que revela, com riqueza de detalhes e acurada sensibilidade intelectual, as atitudes de nossos antepassados em relação à morte a aos mortos.</p> <p>* Livro vencedor do prêmio Jabuti em 1992 como Melhor Ensaio e Biografia.</p>
Sinopse
<p> <b>Um dos maiores clássicos da historiografia nacional, em nova edição revista pelo autor.</b> </p> <p>Em 1836, uma multidão destruiu o cemitério do Campo Santo em Salvador. Inaugurado três dias antes, ele fora construído por uma empresa que obtivera do governo o monopólio dos enterros na cidade. Até aquela data, as pessoas eram enterradas nas igrejas, costume considerado essencial para a salvação das almas. <br>A rebelião contra o cemitério foi feita por centenas de manifestantes em defesa de uma vida melhor no outro mundo. Para entender tão extraordinário episódio — que ficou conhecido como revolta da Cemiterada —, o historiador João José Reis realizou uma primorosa pesquisa, que revela, com riqueza de detalhes e acurada sensibilidade intelectual, as atitudes de nossos antepassados em relação à morte a aos mortos.</p> <p>* Livro vencedor do prêmio Jabuti em 1992 como Melhor Ensaio e Biografia.</p>