Amarelo-Cromo
Sinopse
<p>O primeiro romance de Aldous Huxley, autor de Admirável mundo novo</p><p>Uma crítica afiada à alta sociedade, seus luxos e interesses vazios</p><p>Denis é um jovem poeta tímido e cheio de incertezas sobre a vida. Ao chegar em Crome, no interior da Inglaterra, para passar as férias na mansão do sr. e da sra. Wimbush, se encontra com uma realidade à parte, em que pessoas ricas, escritores, jornalistas, pintores e socialites esbanjam o seu ócio pouco produtivo dia após dia.</p><p>Entre horóscopos de cavalos, discussões existencialistas, flertes e um vaivém constante e desinteressado de personagens, Denis se mistura à excêntrica fauna do lugar e tenta se encaixar e se descobrir como homem e como poeta. Logo, porém, ele se dá conta de que aquelas pessoas, à primeira vista tão cultas e interessantes, possuem mentes tão caóticas quanto a dele.</p><p>Em Amarelo-Cromo, publicado originalmente em 1921 mas ainda hoje atemporal, Huxley descreve como poucos a sensação de desconforto diante das extravagâncias vazias, hipocrisias e incoerências da aristocracia inglesa e, com detalhes nem sempre sutis, expõe os valores e princípios não tão admiráveis da alta sociedade.</p><p><br></p>
Sinopse
<p>O primeiro romance de Aldous Huxley, autor de Admirável mundo novo</p><p>Uma crítica afiada à alta sociedade, seus luxos e interesses vazios</p><p>Denis é um jovem poeta tímido e cheio de incertezas sobre a vida. Ao chegar em Crome, no interior da Inglaterra, para passar as férias na mansão do sr. e da sra. Wimbush, se encontra com uma realidade à parte, em que pessoas ricas, escritores, jornalistas, pintores e socialites esbanjam o seu ócio pouco produtivo dia após dia.</p><p>Entre horóscopos de cavalos, discussões existencialistas, flertes e um vaivém constante e desinteressado de personagens, Denis se mistura à excêntrica fauna do lugar e tenta se encaixar e se descobrir como homem e como poeta. Logo, porém, ele se dá conta de que aquelas pessoas, à primeira vista tão cultas e interessantes, possuem mentes tão caóticas quanto a dele.</p><p>Em Amarelo-Cromo, publicado originalmente em 1921 mas ainda hoje atemporal, Huxley descreve como poucos a sensação de desconforto diante das extravagâncias vazias, hipocrisias e incoerências da aristocracia inglesa e, com detalhes nem sempre sutis, expõe os valores e princípios não tão admiráveis da alta sociedade.</p><p><br></p>