A superindústria do imaginário como o capital transformou o olhar em trabalho e se apropriou de tudo que é visível
Sinopse
Intro -- Apresentação: O Imaginário industrializado -- Primeira parte: A formação do telespaço público -- 1. A instância da imagem ao vivo -- 2. Opinião pública, o mito imprescindível -- 3. Existe razão na comunicação? -- 4. As "telepresenças" definem o telespaço público -- Segunda parte: O gerúndio como forma do tempo histórico -- 5. O lugar que não para no lugar -- 6. O tempo que não tem tempo -- Terceira parte: Da ideologia à videologia -- 7. Do ideário ao inconsciente -- 8. A videologia, ou a imagem como língua -- Quarta parte: A implosão do sujeito -- 9. Uma agonia exponencial -- 10. O fantasma (do capitalismo) ronda a comunicação -- Quinta parte: O valor de gozo na Superindústria -- 11. Espetáculo: o capital que se mostra -- 12. Estéticas e fruições mercantis -- 13. A fabricação do valor de gozo -- Epílogo: Por uma subjetividade sem cifrão -- Referências bibliográficas -- Agradecimentos -- Coleção Ensaios.
Sinopse
Intro -- Apresentação: O Imaginário industrializado -- Primeira parte: A formação do telespaço público -- 1. A instância da imagem ao vivo -- 2. Opinião pública, o mito imprescindível -- 3. Existe razão na comunicação? -- 4. As "telepresenças" definem o telespaço público -- Segunda parte: O gerúndio como forma do tempo histórico -- 5. O lugar que não para no lugar -- 6. O tempo que não tem tempo -- Terceira parte: Da ideologia à videologia -- 7. Do ideário ao inconsciente -- 8. A videologia, ou a imagem como língua -- Quarta parte: A implosão do sujeito -- 9. Uma agonia exponencial -- 10. O fantasma (do capitalismo) ronda a comunicação -- Quinta parte: O valor de gozo na Superindústria -- 11. Espetáculo: o capital que se mostra -- 12. Estéticas e fruições mercantis -- 13. A fabricação do valor de gozo -- Epílogo: Por uma subjetividade sem cifrão -- Referências bibliográficas -- Agradecimentos -- Coleção Ensaios.