Capa de Tecendo redes antirracistas III - Entre resistências e emancipações por Renísia Cristina Garcia Filice, Leandro Santos Bulhões de Jesus, Redy Wilson Lima, Miguel de Barros
Comprar fora do Marginalia Comprar na Amazon

Tecendo redes antirracistas III - Entre resistências e emancipações

por Leandro Santos Bulhões de Jesus, Miguel de Barros, Redy Wilson Lima, Renísia Cristina Garcia Filice

Páginas256
Editora Autêntica
Ano 2024
ISBN-13 9786559282357

Sinopse

A afirmação de Amílcar Cabral sobre a necessidade de "pensar com a sua própria cabeça, caminhar com seus próprios pés" serviu como linha motivadora e condutora para as trilhas deste livro. Na continuidade do compromisso estabelecido no projeto Tecendo Redes Antirracistas, neste material, as abordagens contracoloniais seguem sendo a tônica; todavia, diferentemente de edições passadas, a maior aproximação com o continente africano se dá pela porta de Cabo Verde. Fruto de uma colaboração transatlântica, organizada por pesquisadores do Brasil (Renísia Cristina Garcia Filice e Leandro Santos Bulhões de Jesus), de Cabo Verde (Redy Wilson Lima) e da Guiné-Bissau (Miguel de Barros), esta é uma obra pensada para a formação de professores/as e pesquisadores/as não só da área de Humanas. E extrapola a educação formal. Compromete-se a dialogar com a complexidade de seres viventes no Sul Global e se abre para ouvir indígenas, quilombolas, povos tradicionais com africanos/as, latino-americanos/as, europeus, norte-americanos/as, enfim, viventes que se comprometem com um outro mundo possível, mais múltiplo, diverso e respeitoso.

Editora Autêntica
Ano 2024
ISBN-13 9786559282357

Sinopse

A afirmação de Amílcar Cabral sobre a necessidade de "pensar com a sua própria cabeça, caminhar com seus próprios pés" serviu como linha motivadora e condutora para as trilhas deste livro. Na continuidade do compromisso estabelecido no projeto Tecendo Redes Antirracistas, neste material, as abordagens contracoloniais seguem sendo a tônica; todavia, diferentemente de edições passadas, a maior aproximação com o continente africano se dá pela porta de Cabo Verde. Fruto de uma colaboração transatlântica, organizada por pesquisadores do Brasil (Renísia Cristina Garcia Filice e Leandro Santos Bulhões de Jesus), de Cabo Verde (Redy Wilson Lima) e da Guiné-Bissau (Miguel de Barros), esta é uma obra pensada para a formação de professores/as e pesquisadores/as não só da área de Humanas. E extrapola a educação formal. Compromete-se a dialogar com a complexidade de seres viventes no Sul Global e se abre para ouvir indígenas, quilombolas, povos tradicionais com africanos/as, latino-americanos/as, europeus, norte-americanos/as, enfim, viventes que se comprometem com um outro mundo possível, mais múltiplo, diverso e respeitoso.