A era do niilismo notas de tristeza, ceticismo e ironia
Sinopse
<b> Após o sucesso de <i>A era do ressentimento</i> , Luiz Felipe Pondé lança <i>A era do niilismo</i> <br> <br> "A modernidade é um surto psicótico razoavelmente bem-sucedido (até então). Um surto funcional, dito em linguagem mais técnica. Denomino esse surto como a <i>era do niilismo</i> ." </b> <br> <br> Em <i>A era do niilismo: notas de tristeza, ceticismo e ironia</i> , Pondé investiga os sentimentos de angústia e desesperança que incidem sobre os mais diversos âmbitos da vida e da humanidade. Ao se apoiar na vasta produção literária russa do século XIX e nos estudos filosóficos a partir do mesmo século, o autor constrói argumentos para atestar que não se trata apenas de uma sensação, mas sim do espírito de uma época.
Sinopse
<b> Após o sucesso de <i>A era do ressentimento</i> , Luiz Felipe Pondé lança <i>A era do niilismo</i> <br> <br> "A modernidade é um surto psicótico razoavelmente bem-sucedido (até então). Um surto funcional, dito em linguagem mais técnica. Denomino esse surto como a <i>era do niilismo</i> ." </b> <br> <br> Em <i>A era do niilismo: notas de tristeza, ceticismo e ironia</i> , Pondé investiga os sentimentos de angústia e desesperança que incidem sobre os mais diversos âmbitos da vida e da humanidade. Ao se apoiar na vasta produção literária russa do século XIX e nos estudos filosóficos a partir do mesmo século, o autor constrói argumentos para atestar que não se trata apenas de uma sensação, mas sim do espírito de uma época.