Capa de O que restou de 22 uma semana na contramão da história por Ronald Robson, Emmanuel Santiago, Jessé de Almeida Primo, Wladimir Saldanha
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O que restou de 22 uma semana na contramão da história

por Emmanuel Santiago, Jessé de Almeida Primo, Ronald Robson, Wladimir Saldanha

Páginas169
Editora Sétimo Selo
Ano 2022
ISBN-13 9786588732373
ISBN-10 9786588732373

Sinopse

"Tanto se celebrou e se celebra a Semana de Arte Moderna de 1922, a ponto de poucos notarem a estranheza que há em muito falarmos de um ano e de uma semana, sem todavia termos muitas obras para comemorar. Alheios ao real processo de renovação estética que já se operava em nossa literatura e nossas artes, os modernistas de 22 preferiram aderir a um receituário estético ao qual não correspondia uma base histórica e social que lhe fosse condizente no Brasil. O resultado: mais manifesto que literatura e um maior agravamento de certos males culturais nossos, como foi observado pelo próprio Mário de Andrade. Este livro busca analisar o lugar efetivo da Semana e de seus autores na história do pensamento brasileiro, repassando a produção poética dos protagonistas de 22 junto com a de outros representantes de certa modernidade brasileira não prestigiada, para observar uma curiosíssima (e ignorada) linha de continuidade entre modernos e parnasianos, e por fim traçar o retrato dos efeitos da Semana e sua herança de cacoetes. Para que o nosso modernismo seja visto pelo que realmente tem de valoroso e para que possa ter um futuro autêntico e rico de possibilidades, é urgente a revisão do nosso passado moderno, para saber o que de fato restou de 22."--

Editora Sétimo Selo
Ano 2022
ISBN-13 9786588732373
ISBN-10 9786588732373

Sinopse

"Tanto se celebrou e se celebra a Semana de Arte Moderna de 1922, a ponto de poucos notarem a estranheza que há em muito falarmos de um ano e de uma semana, sem todavia termos muitas obras para comemorar. Alheios ao real processo de renovação estética que já se operava em nossa literatura e nossas artes, os modernistas de 22 preferiram aderir a um receituário estético ao qual não correspondia uma base histórica e social que lhe fosse condizente no Brasil. O resultado: mais manifesto que literatura e um maior agravamento de certos males culturais nossos, como foi observado pelo próprio Mário de Andrade. Este livro busca analisar o lugar efetivo da Semana e de seus autores na história do pensamento brasileiro, repassando a produção poética dos protagonistas de 22 junto com a de outros representantes de certa modernidade brasileira não prestigiada, para observar uma curiosíssima (e ignorada) linha de continuidade entre modernos e parnasianos, e por fim traçar o retrato dos efeitos da Semana e sua herança de cacoetes. Para que o nosso modernismo seja visto pelo que realmente tem de valoroso e para que possa ter um futuro autêntico e rico de possibilidades, é urgente a revisão do nosso passado moderno, para saber o que de fato restou de 22."--