Problemas de gênero Feminismo e subversão da identidade
Sinopse
<p>Neste livro inspirador, que funda a <b>Teoria Queer</b>, <b>Judith Butler</b> apresenta uma crítica contundente a um dos principais fundamentos do <b>movimento feminista</b>: a identidade. Para Butler, não é possível que exista apenas uma <b>identidade</b>: ela deveria ser pensada no <b>plural</b>, e não no singular. Ou ainda, não é possível que haja a <b>libertação</b> da mulher, a menos que primeiro se <b>subverta</b> a identidade de mulher. Outro ponto crucial defendido pela filósofa norte-americana é a <b>problematização</b> da oposição binária entre sexo e gênero vigente no movimento feminista. Para a autora, <b>sexo</b> passa também a ser uma categoria social e culturalmente construída, e <b>gênero</b>, uma categoria performativamente construída. Com essa formulação radical, Judith Butler interroga também a categoria de heterossexualidade, de forma a relançar a oposição sexo e gênero em novas coordenadas e em outras <b>linhas de força</b>, nas quais podemos nos aprofundar em perguntas como: o que é ser homem e o que é ser mulher?; o que faz um homem ser homem e o que faz de uma mulher uma mulher? Questões cuja ampliação contemplaria a <b>multiplicidade</b> de sexualidades, tão visíveis na contemporaneidade. <i>Problemas de gênero</i> é o primeiro livro de Butler publicado no Brasil, e talvez seja o mais conhecido. Lançado na década de 1990 nos Estados Unidos, este livro escrito de forma <b>provocativa</b> e pouco usual no meio acadêmico contribuiu de forma <b>decisiva</b> para a <b>renovação crítica</b> do pensamento feminista na atualidade.</p>
Sinopse
<p>Neste livro inspirador, que funda a <b>Teoria Queer</b>, <b>Judith Butler</b> apresenta uma crítica contundente a um dos principais fundamentos do <b>movimento feminista</b>: a identidade. Para Butler, não é possível que exista apenas uma <b>identidade</b>: ela deveria ser pensada no <b>plural</b>, e não no singular. Ou ainda, não é possível que haja a <b>libertação</b> da mulher, a menos que primeiro se <b>subverta</b> a identidade de mulher. Outro ponto crucial defendido pela filósofa norte-americana é a <b>problematização</b> da oposição binária entre sexo e gênero vigente no movimento feminista. Para a autora, <b>sexo</b> passa também a ser uma categoria social e culturalmente construída, e <b>gênero</b>, uma categoria performativamente construída. Com essa formulação radical, Judith Butler interroga também a categoria de heterossexualidade, de forma a relançar a oposição sexo e gênero em novas coordenadas e em outras <b>linhas de força</b>, nas quais podemos nos aprofundar em perguntas como: o que é ser homem e o que é ser mulher?; o que faz um homem ser homem e o que faz de uma mulher uma mulher? Questões cuja ampliação contemplaria a <b>multiplicidade</b> de sexualidades, tão visíveis na contemporaneidade. <i>Problemas de gênero</i> é o primeiro livro de Butler publicado no Brasil, e talvez seja o mais conhecido. Lançado na década de 1990 nos Estados Unidos, este livro escrito de forma <b>provocativa</b> e pouco usual no meio acadêmico contribuiu de forma <b>decisiva</b> para a <b>renovação crítica</b> do pensamento feminista na atualidade.</p>