Capa de Corpos em aliança e a política das ruas Notas para uma teoria performativa de assembleia por Judith Butler
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Corpos em aliança e a política das ruas Notas para uma teoria performativa de assembleia

por Judith Butler

Páginas198
Editora Civilização brasileira
Ano 2018
ISBN-13 9788520013724
ISBN-10 9788520013724

Sinopse

<p>Um livro <b>imprescindível</b> para entender a força e o significado das manifestações como <b>resistência</b> ao <b>sistema neoliberal</b>. Neste livro, <b>Judith Butler</b> analisa a dinâmica das assembleias públicas no atual contexto econômico e político. A partir da <b>compreensão</b> de que assembleias são formas plurais de <b>ação performativa</b>, a filósofa relaciona performance a ações orquestradas do corpo. Baseando-se na noção de "ações coletivas" de Hannah Arendt e atualizando as afirmações dela sobre o <b>papel</b> do <b>corpo</b> na política, Butler postula que as reuniões corporificadas, presenciais ou não, implicam a <b>ressignificação</b> do espaço público político. O corpo aparece então como <b>expressão política transitória</b>. Diante da <b>precarização</b> da <b>vida</b>, de um sistema cada vez mais <b>selvagem</b>, <b>predatório</b> e <b>bárbaro</b>, os corpos que rejeitam essas dores impostas se reúnem em assembleia, em <b>manifestações públicas</b>, e fazem-se luta. Tornam-se <b>visíveis</b> no meio de um campo político que oculta os <b>sofrimentos</b> e esconde os corpos que sofrem. Reunidos, lutam <b>performativamente</b> contra a <b>racionalidade neoliberal</b> que destrói e degrada, contra a moralidade individualizante, <b>contra</b> o discurso da <b>meritocracia</b>, da dor que não se coletiviza nem se politiza.</p>

Editora Civilização brasileira
Ano 2018
ISBN-13 9788520013724
ISBN-10 9788520013724

Sinopse

<p>Um livro <b>imprescindível</b> para entender a força e o significado das manifestações como <b>resistência</b> ao <b>sistema neoliberal</b>. Neste livro, <b>Judith Butler</b> analisa a dinâmica das assembleias públicas no atual contexto econômico e político. A partir da <b>compreensão</b> de que assembleias são formas plurais de <b>ação performativa</b>, a filósofa relaciona performance a ações orquestradas do corpo. Baseando-se na noção de "ações coletivas" de Hannah Arendt e atualizando as afirmações dela sobre o <b>papel</b> do <b>corpo</b> na política, Butler postula que as reuniões corporificadas, presenciais ou não, implicam a <b>ressignificação</b> do espaço público político. O corpo aparece então como <b>expressão política transitória</b>. Diante da <b>precarização</b> da <b>vida</b>, de um sistema cada vez mais <b>selvagem</b>, <b>predatório</b> e <b>bárbaro</b>, os corpos que rejeitam essas dores impostas se reúnem em assembleia, em <b>manifestações públicas</b>, e fazem-se luta. Tornam-se <b>visíveis</b> no meio de um campo político que oculta os <b>sofrimentos</b> e esconde os corpos que sofrem. Reunidos, lutam <b>performativamente</b> contra a <b>racionalidade neoliberal</b> que destrói e degrada, contra a moralidade individualizante, <b>contra</b> o discurso da <b>meritocracia</b>, da dor que não se coletiviza nem se politiza.</p>