Das mãos do oleiro aproximações
Sinopse
Este livro começa com o desbravamento, no século xv, do oceano Atlântico e finaliza em nossos dias. Nele aparecem, com roupagens diferentes, temas antigos, desenhados de novo pelo saber de experiência de quem muito leu, viu, ouviu e viveu. Ao falar de livros e ao comentar ideias,Alberto da Costa e Silva nos devolve as paisagens físicas e humanas da Ouro Preto dos inconfidentes, do Rio de Janeiro do início do século xix e da metade do Novecentos, do Índico vistopor Gilberto Freyre, do Nordeste do coronelismo, do mar das Caraíbas, desde Colombo até ontem. Fala também da África, nesse caso para contar-nos por que e como um poeta se tornou, apaixonadae devotadamente, um estudioso da história do continente e autor dos mais importantes livros que sobre o assunto se publicaram no país. Aqui, ele nos mostra como eram e atuavam os diplomatasdo Império e da República; e, mais adiante, como se dissimulavam nas festas populares os reis africanos no Brasil. Noutros textos, alonga-se sobre as relações entre o Brasil e o Paraguai, depois da Guerra da Tríplice Aliança, faz um inventário crítico de como os brasileiros viram a si próprios e a seu país durante o século xx, faz distinção entre identidade e patrimônio nacionais e medita sobre as harmonias e as dissonâncias dos países de língua portuguesa. São textos instigantes, nos quais muitas vezes o rigor se entretece com a imaginação. Cada um deles é modelado cuidadosamentecomo uma jarra ou uma moringa por quem costuma dizer que “a prosa, ainda que de modo distinto, não deve ser menos musical do que o verso”.
Sinopse
Este livro começa com o desbravamento, no século xv, do oceano Atlântico e finaliza em nossos dias. Nele aparecem, com roupagens diferentes, temas antigos, desenhados de novo pelo saber de experiência de quem muito leu, viu, ouviu e viveu. Ao falar de livros e ao comentar ideias,Alberto da Costa e Silva nos devolve as paisagens físicas e humanas da Ouro Preto dos inconfidentes, do Rio de Janeiro do início do século xix e da metade do Novecentos, do Índico vistopor Gilberto Freyre, do Nordeste do coronelismo, do mar das Caraíbas, desde Colombo até ontem. Fala também da África, nesse caso para contar-nos por que e como um poeta se tornou, apaixonadae devotadamente, um estudioso da história do continente e autor dos mais importantes livros que sobre o assunto se publicaram no país. Aqui, ele nos mostra como eram e atuavam os diplomatasdo Império e da República; e, mais adiante, como se dissimulavam nas festas populares os reis africanos no Brasil. Noutros textos, alonga-se sobre as relações entre o Brasil e o Paraguai, depois da Guerra da Tríplice Aliança, faz um inventário crítico de como os brasileiros viram a si próprios e a seu país durante o século xx, faz distinção entre identidade e patrimônio nacionais e medita sobre as harmonias e as dissonâncias dos países de língua portuguesa. São textos instigantes, nos quais muitas vezes o rigor se entretece com a imaginação. Cada um deles é modelado cuidadosamentecomo uma jarra ou uma moringa por quem costuma dizer que “a prosa, ainda que de modo distinto, não deve ser menos musical do que o verso”.