Capa de A confraria dos espadas por Rubem Fonseca
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A confraria dos espadas

por Rubem Fonseca

Páginas160
Editora Nova Fronteira
Ano 2014
ISBN-13 9788520929971
ISBN-10 9788520929971

Sinopse

Em A Confraria dos Espadas temos os estranhos prazeres e as pequenas mortes cotidianas. Rubem Fonseca apresenta contos intensos nos quais, sob a égide da violência e da tragédia, machos e fêmeas da selva urbana encenam em tons eróticos e escatológicos seus peculiares rituais de acasalamento. Momentos de êxtase e últimos suspiros são intercambiáveis em narrativas como "Livre-arbítrio", "Anjos das Marquises", "A festa" e "O vendedor de seguros". Já no mordaz "AA" a tensão carnal tem como pano de fundo uma estranha modalidade esportiva, enquanto no teatro metafísico e metalinguístico de "À maneira de Godard" um Romeu e uma Julieta compartilham a fobia pelo órgão genital do sexo oposto. E, como um "brutalista" que jamais abre mão da poesia, o autor encerra o volume nos semiversos de "Um dia na vida de dois pactários", que, sintetizando as páginas anteriores, descreve a cópula como "um pacto de incêndio, contra esse espaço de rotina cinzenta entre o nascimento e a morte que chamam de vida."

Editora Nova Fronteira
Ano 2014
ISBN-13 9788520929971
ISBN-10 9788520929971

Sinopse

Em A Confraria dos Espadas temos os estranhos prazeres e as pequenas mortes cotidianas. Rubem Fonseca apresenta contos intensos nos quais, sob a égide da violência e da tragédia, machos e fêmeas da selva urbana encenam em tons eróticos e escatológicos seus peculiares rituais de acasalamento. Momentos de êxtase e últimos suspiros são intercambiáveis em narrativas como "Livre-arbítrio", "Anjos das Marquises", "A festa" e "O vendedor de seguros". Já no mordaz "AA" a tensão carnal tem como pano de fundo uma estranha modalidade esportiva, enquanto no teatro metafísico e metalinguístico de "À maneira de Godard" um Romeu e uma Julieta compartilham a fobia pelo órgão genital do sexo oposto. E, como um "brutalista" que jamais abre mão da poesia, o autor encerra o volume nos semiversos de "Um dia na vida de dois pactários", que, sintetizando as páginas anteriores, descreve a cópula como "um pacto de incêndio, contra esse espaço de rotina cinzenta entre o nascimento e a morte que chamam de vida."