O buraco na parede
Sinopse
Em O buraco na parede, publicado em 1995, Rubem Fonseca surge como um criador de vidas humanas -- algumas à beira de fenecer, outras prestes a assassinar. Aqui, ao depurar ainda mais seu estilo cru e conciso, uma simples palavra ou linha de diálogo pode descortinar, com ironia e lirismo, o que há de mais abjeto na alma dos personagens em suas jornadas ao inferno dos submundos urbanos. São oito contos nos quais o autor utiliza com destreza os mais diversos artifícios literários -- monólogo interior ("Orgulho"), metalinguagem ("Artes e ofícios"), farsa ("Idiotas que falam outra língua"), naturalismo ("A carne e os ossos") -- para dissecar os elementos essenciais à nossa existência: nascimento, cópula e morte, muitas vezes unidos num único ato. Motivações e obstáculos se confundem: um balão de dez toneladas, o retrato da mãe, alguns parafusos na perna, um ghost-writer, uma doença, um feto em uma caixa de isopor, um furo na meia ... um buraco na parede.
Sinopse
Em O buraco na parede, publicado em 1995, Rubem Fonseca surge como um criador de vidas humanas -- algumas à beira de fenecer, outras prestes a assassinar. Aqui, ao depurar ainda mais seu estilo cru e conciso, uma simples palavra ou linha de diálogo pode descortinar, com ironia e lirismo, o que há de mais abjeto na alma dos personagens em suas jornadas ao inferno dos submundos urbanos. São oito contos nos quais o autor utiliza com destreza os mais diversos artifícios literários -- monólogo interior ("Orgulho"), metalinguagem ("Artes e ofícios"), farsa ("Idiotas que falam outra língua"), naturalismo ("A carne e os ossos") -- para dissecar os elementos essenciais à nossa existência: nascimento, cópula e morte, muitas vezes unidos num único ato. Motivações e obstáculos se confundem: um balão de dez toneladas, o retrato da mãe, alguns parafusos na perna, um ghost-writer, uma doença, um feto em uma caixa de isopor, um furo na meia ... um buraco na parede.