Capa de Quase memória por Carlos Heitor Cony
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Quase memória

por Carlos Heitor Cony

Páginas240
Editora Nova Fronteira
Ano 2014
ISBN-13 9788520940570

Sinopse

<b>Prêmio Jabuti (1996) <br>Livro do Ano — Câmara Brasileira do Livro (1996)</b>Sobre Carlos Heitor Cony: <br>Estreou na literatura ganhando por duas vezes consecutivas o <b>Prêmio Manuel Antônio de Almeida</b>. <br>Ganhou em quatro ocasiões o <b>Prêmio Jabuti</b> na categoria Romance, duas vezes o <b>Prêmio Livro do Ano da Câmara Brasileira do Livro</b> e o <b>Prêmio Nacional Nestlé de Literatura</b>. Em 1998, foi condecorado pelo governo francês com a <i>L'Ordre des Arts et des Lettres</i>. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em março de 2000."Para o jornalista Carlos Heitor Cony. Em mão." A breve inscrição no envelope recebido num hotel do Rio de Janeiro desencadeia no autor uma série de conexões. Não havia dúvida: pelo arranjo do material, pela caligrafia, pelo nó do barbante, aquele embrulho — provavelmente um livro — era uma entrega enviada pelo próprio pai. O insólito é que, em 1995, ano em que se consumou a encomenda, o pai de Cony já estava morto havia uma década.A partir daí, se descortinam acontecimentos, reminiscências dos anos 1940 e 1950 de um Rio de Janeiro nostálgico, que o pai também ajudou a abrilhantar. Volta à mente do escritor uma época com cheiros, visões e anedotas compartilhadas com o jornalista Ernesto Cony: um inventário de histórias que revela a vida de menino, os pequenos milagres no voo de balões, a beleza dos atos simples e, mais do que tudo, a cumplicidade entre pai e filho.Publicado em 1995, <i>Quase memória</i> marcou a volta de Cony às grandes narrativas depois de mais vinte anos. Rompendo limites entre gêneros e situado em algum ponto entre a ficção e a memória, o livro rapidamente se tornou sucesso de crítica e público e ganhou, em 1996, o Jabuti de Melhor Romance e o Prêmio de Livro do Ano.

Editora Nova Fronteira
Ano 2014
ISBN-13 9788520940570

Sinopse

<b>Prêmio Jabuti (1996) <br>Livro do Ano — Câmara Brasileira do Livro (1996)</b>Sobre Carlos Heitor Cony: <br>Estreou na literatura ganhando por duas vezes consecutivas o <b>Prêmio Manuel Antônio de Almeida</b>. <br>Ganhou em quatro ocasiões o <b>Prêmio Jabuti</b> na categoria Romance, duas vezes o <b>Prêmio Livro do Ano da Câmara Brasileira do Livro</b> e o <b>Prêmio Nacional Nestlé de Literatura</b>. Em 1998, foi condecorado pelo governo francês com a <i>L'Ordre des Arts et des Lettres</i>. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em março de 2000."Para o jornalista Carlos Heitor Cony. Em mão." A breve inscrição no envelope recebido num hotel do Rio de Janeiro desencadeia no autor uma série de conexões. Não havia dúvida: pelo arranjo do material, pela caligrafia, pelo nó do barbante, aquele embrulho — provavelmente um livro — era uma entrega enviada pelo próprio pai. O insólito é que, em 1995, ano em que se consumou a encomenda, o pai de Cony já estava morto havia uma década.A partir daí, se descortinam acontecimentos, reminiscências dos anos 1940 e 1950 de um Rio de Janeiro nostálgico, que o pai também ajudou a abrilhantar. Volta à mente do escritor uma época com cheiros, visões e anedotas compartilhadas com o jornalista Ernesto Cony: um inventário de histórias que revela a vida de menino, os pequenos milagres no voo de balões, a beleza dos atos simples e, mais do que tudo, a cumplicidade entre pai e filho.Publicado em 1995, <i>Quase memória</i> marcou a volta de Cony às grandes narrativas depois de mais vinte anos. Rompendo limites entre gêneros e situado em algum ponto entre a ficção e a memória, o livro rapidamente se tornou sucesso de crítica e público e ganhou, em 1996, o Jabuti de Melhor Romance e o Prêmio de Livro do Ano.