Capa de O sedutor do sertão, ou, O grande golpe da mulher e da malvada por Ariano Suassuna
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O sedutor do sertão, ou, O grande golpe da mulher e da malvada

por Ariano Suassuna

Páginas245
Editora Nova Fronteira
Ano 2020
ISBN-13 9788520944776
ISBN-10 9788520944776

Sinopse

"Escrito entre 7 e 30 de março de 1966, 'O Sedutor do Sertão ou O Grande Golpe da Mulher e da Malvada' surgiu de um convite recebido por Ariano Suassuna para levar uma história sua às telas de cinema. O filme, no entanto, acabou não se realizando por falta de verbas e o texto foi parar na gaveta de inéditos, sendo publicado agora pela primeira vez. A narrativa, escrita durante a criação do 'Romance d'A Pedra do Reino' (1958-1970), não à toa apresenta vários pontos de contato com a obra-prima do autor, a começar pelo protagonista, o anti-herói cômico Malaquias Pavão, irmão bastardo de Pedro Dinis Quaderna. A ideia para o mote do enredo é retirada de uma passagem de 'Os Sertões', de Euclydes da Cunha, a quem o livro é dedicado: um golpe para enriquecer contrabandeando cachaça. À diferença do clássico euclydiano, porém, o texto de Suassuna carrega nas tintas do humor, apresentando o riso como uma forma de escape de nossas recorrentes mazelas políticas."--Publisher website.

Editora Nova Fronteira
Ano 2020
ISBN-13 9788520944776
ISBN-10 9788520944776

Sinopse

"Escrito entre 7 e 30 de março de 1966, 'O Sedutor do Sertão ou O Grande Golpe da Mulher e da Malvada' surgiu de um convite recebido por Ariano Suassuna para levar uma história sua às telas de cinema. O filme, no entanto, acabou não se realizando por falta de verbas e o texto foi parar na gaveta de inéditos, sendo publicado agora pela primeira vez. A narrativa, escrita durante a criação do 'Romance d'A Pedra do Reino' (1958-1970), não à toa apresenta vários pontos de contato com a obra-prima do autor, a começar pelo protagonista, o anti-herói cômico Malaquias Pavão, irmão bastardo de Pedro Dinis Quaderna. A ideia para o mote do enredo é retirada de uma passagem de 'Os Sertões', de Euclydes da Cunha, a quem o livro é dedicado: um golpe para enriquecer contrabandeando cachaça. À diferença do clássico euclydiano, porém, o texto de Suassuna carrega nas tintas do humor, apresentando o riso como uma forma de escape de nossas recorrentes mazelas políticas."--Publisher website.