Capa de Fahrenheit 451 por Ray Bradbury
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Fahrenheit 451

por Ray Bradbury

Editora Biblioteca Azul
Ano 2009
ISBN-13 9788525049179
ISBN-10 9788525049179

Sinopse

Farenheit 451 é uma das maiores obras-primas de ficção científica de todos os tempos (ou seria, se se tratasse, de fato, de ficção científica). E ganha agora uma versão em quadrinhos de altíssimo nível gráfico por Tim Hamilton – autorizada e avalisada por Ray Bradbury na introdução. Além da qualidade gráfica, o texto, com a impactante narração do personagem principal, é diretamente calcado na novela original. 451 graus Farenheit, ou 233 graus Celsius, é a temperatura de combustão do papel comum. Logo, dos livros. E os livros são os instrumentos que “incendeiam” as ideias. A sociedade de Farenheit 451, porém, é uma sociedade que preza acima de tudo a paz. O caminho da paz, para ela, passa por dois elementos fundamentais: um, material, o outro, espiritual. Materialmente, trata-se de suprir as necessidades básicas dos cidadãos. Nessa sociedade afluente e racional, todos vivem em casas confortáveis, vestem-se e se alimentam satisfatoriamente, têm empregos e contam, para se entreter, com ubíquas telas de TV, por onde participam interminavelmente de programas interativos (o livro foi escrito nos anos 1940, o que o torna terrivelmente premonitório). Mas a satisfação material não garante a paz social se houver insatisfação espiritual. Isto é, se existirem a imaginação, a fantasia, os questionamentos, as alternativas. Tudo aquilo de que os livros são depositários. Os livros são, portanto, proibidos. Porém proibir os livros não elimina os já publicados. Para isso existem os bombeiros, agentes especializados em localizar livros escondidos e em queimá-los in loco (não há necessidade de agentes para combater incêndios, pois as casas, ao contrário das mentes, são agora a prova de fogo). Felizmente, bombeiros com lança-chamas não podem queimar a memória.

Editora Biblioteca Azul
Ano 2009
ISBN-13 9788525049179
ISBN-10 9788525049179

Sinopse

Farenheit 451 é uma das maiores obras-primas de ficção científica de todos os tempos (ou seria, se se tratasse, de fato, de ficção científica). E ganha agora uma versão em quadrinhos de altíssimo nível gráfico por Tim Hamilton – autorizada e avalisada por Ray Bradbury na introdução. Além da qualidade gráfica, o texto, com a impactante narração do personagem principal, é diretamente calcado na novela original. 451 graus Farenheit, ou 233 graus Celsius, é a temperatura de combustão do papel comum. Logo, dos livros. E os livros são os instrumentos que “incendeiam” as ideias. A sociedade de Farenheit 451, porém, é uma sociedade que preza acima de tudo a paz. O caminho da paz, para ela, passa por dois elementos fundamentais: um, material, o outro, espiritual. Materialmente, trata-se de suprir as necessidades básicas dos cidadãos. Nessa sociedade afluente e racional, todos vivem em casas confortáveis, vestem-se e se alimentam satisfatoriamente, têm empregos e contam, para se entreter, com ubíquas telas de TV, por onde participam interminavelmente de programas interativos (o livro foi escrito nos anos 1940, o que o torna terrivelmente premonitório). Mas a satisfação material não garante a paz social se houver insatisfação espiritual. Isto é, se existirem a imaginação, a fantasia, os questionamentos, as alternativas. Tudo aquilo de que os livros são depositários. Os livros são, portanto, proibidos. Porém proibir os livros não elimina os já publicados. Para isso existem os bombeiros, agentes especializados em localizar livros escondidos e em queimá-los in loco (não há necessidade de agentes para combater incêndios, pois as casas, ao contrário das mentes, são agora a prova de fogo). Felizmente, bombeiros com lança-chamas não podem queimar a memória.