Capa de Manuel Bandeira por Manuel Bandeira
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Manuel Bandeira

por Manuel Bandeira

Páginas94
Editora Global Editora
Ano 2022
ISBN-13 9788526017030
ISBN-10 9788526017030

Sinopse

A primeira edição de Estrela da manhã já surgiu como raridade. Foram apenas cinquenta exemplares, impressos com capricho e assinados pelo autor, com capa de Santa Rosa e desenho de Portinari. O livro valorizava a mensagem do poeta, seu impulso de liberdade e de criação muito pessoal que, já naquela época, 1936, o apontava como um dos poetas mais originais e importantes da historia da poesia no Brasil. Estrela da manhã reafirmava a posição assumida pelo poeta a partir de Libertinagem, seu livro anterior, a linguagem irônica alcançando a plenitude do coloquial, as nuanças de humor trágico, a insistência na poética de ruptura com a tradição, a exploração do folclore negro, o tema do "poeta sórdido", o interesse pela vertente social, a insuspeitada nostalgia da pureza. O livro reúne alguns dos poemas mais importantes de Bandeira, pontos culminantes de sua poética, a começar pelo que da titulo ao livro, que se inicia pela quadra patética, "Eu quero a estrela da manha/ Onde esta a estrela da manha?/ Meus amigos meus inimigos/ Procurem a estrela da manha", e termina com o apelo doloroso: "Procurem por toda parte/ Pura ou degradada ate a ultima baixeza/ Eu quero a estrela da manha". Em "Oração a Nossa Senhora da Boa Morte", o poeta revela sua religiosidade de sabor popular, tão brasileira. "Balada das três mulheres do sabonete Araxá" e uma variante moderna e um tanto irreverente de um poema famoso de Luis Delfino, "As três irmãs". Outros momentos marcantes do volume são o sintético e obsessivo "Poema do beco" ("Que importa a paisagem, a Gloria, a baia, a linha do horizonte?/- O que eu vejo e o beco"), "Momento num café", "Tragédia brasileira", "Conto cruel", "Rondo dos cavalinhos", "Marinheiro triste", estrelas de primeira grandeza da poesia brasileira.

Editora Global Editora
Ano 2022
ISBN-13 9788526017030
ISBN-10 9788526017030

Sinopse

A primeira edição de Estrela da manhã já surgiu como raridade. Foram apenas cinquenta exemplares, impressos com capricho e assinados pelo autor, com capa de Santa Rosa e desenho de Portinari. O livro valorizava a mensagem do poeta, seu impulso de liberdade e de criação muito pessoal que, já naquela época, 1936, o apontava como um dos poetas mais originais e importantes da historia da poesia no Brasil. Estrela da manhã reafirmava a posição assumida pelo poeta a partir de Libertinagem, seu livro anterior, a linguagem irônica alcançando a plenitude do coloquial, as nuanças de humor trágico, a insistência na poética de ruptura com a tradição, a exploração do folclore negro, o tema do "poeta sórdido", o interesse pela vertente social, a insuspeitada nostalgia da pureza. O livro reúne alguns dos poemas mais importantes de Bandeira, pontos culminantes de sua poética, a começar pelo que da titulo ao livro, que se inicia pela quadra patética, "Eu quero a estrela da manha/ Onde esta a estrela da manha?/ Meus amigos meus inimigos/ Procurem a estrela da manha", e termina com o apelo doloroso: "Procurem por toda parte/ Pura ou degradada ate a ultima baixeza/ Eu quero a estrela da manha". Em "Oração a Nossa Senhora da Boa Morte", o poeta revela sua religiosidade de sabor popular, tão brasileira. "Balada das três mulheres do sabonete Araxá" e uma variante moderna e um tanto irreverente de um poema famoso de Luis Delfino, "As três irmãs". Outros momentos marcantes do volume são o sintético e obsessivo "Poema do beco" ("Que importa a paisagem, a Gloria, a baia, a linha do horizonte?/- O que eu vejo e o beco"), "Momento num café", "Tragédia brasileira", "Conto cruel", "Rondo dos cavalinhos", "Marinheiro triste", estrelas de primeira grandeza da poesia brasileira.