Poemas escritos na Índia
Sinopse
Cheiros e cores. Sons e Sabores. A profusão de experiências vivenciadas por Cecília Meireles em sua viagem à Índia, em 1953, é admirável. Durante sua estada de dois meses no país, nossa maior poeta visitou cerca de quinze cidades e portou-se como, em suas palavras, um viajante deve ser: criatura "de movimentos mais vagarosos, todo enredado em afetos, querendo morar em cada coisas, descer à origem de tudo". Escritos durante a jornada que a autora realizou por aquela porção intrigante e encantadora do Oriente, estes Poemas escritos na Índia comprovam um fundo mergulho epifânico da autora na alma do povo indiano. A singeleza dessas epifanias compõem uma verdadeira declaração de amor à Índia e sua lição humanitária, suas vicissitudes e seus mistérios, transfigurados aqui em poesia de altíssimos timbres. São versos que congregam lugares, pessoas e paisagens que acabam por se tornar parte integrante de uma cartografia afetiva delicadamente traçada por Cecília Meireles.
Sinopse
Cheiros e cores. Sons e Sabores. A profusão de experiências vivenciadas por Cecília Meireles em sua viagem à Índia, em 1953, é admirável. Durante sua estada de dois meses no país, nossa maior poeta visitou cerca de quinze cidades e portou-se como, em suas palavras, um viajante deve ser: criatura "de movimentos mais vagarosos, todo enredado em afetos, querendo morar em cada coisas, descer à origem de tudo". Escritos durante a jornada que a autora realizou por aquela porção intrigante e encantadora do Oriente, estes Poemas escritos na Índia comprovam um fundo mergulho epifânico da autora na alma do povo indiano. A singeleza dessas epifanias compõem uma verdadeira declaração de amor à Índia e sua lição humanitária, suas vicissitudes e seus mistérios, transfigurados aqui em poesia de altíssimos timbres. São versos que congregam lugares, pessoas e paisagens que acabam por se tornar parte integrante de uma cartografia afetiva delicadamente traçada por Cecília Meireles.