Capa de Historia Da Justica, Uma por Paolo Prodi
Comprar fora do Marginalia Comprar na Amazon

Historia Da Justica, Uma

por Paolo Prodi

Páginas549
Editora Wmf Martins Fontes
Ano 2005
Edição 1
ISBN-13 9788533620803

Sinopse

Paolo Prodi realiza aqui um ambicioso reconhecimento sobre um dos pilares da civilização, ou seja, a separação entre normas jurídicas e normas morais, entre infração e pecado, que tornou possível o sistema de liberdade e de garantias, típico da nossa civilização. Com base num espectro bastante amplo de literatura, encontrou-se na tradição judaico-cristã, encarnada na Igreja, um dualismo fundamental entre os "foros": a lei de Deus e a lei dos homens. Isso nos permite ver como ao longo da civilização européia, sobretudo na Idade Moderna, com o desenvolvimento do Estado, surge penosamente um equilíbrio entre os dois, segundo um processo que é verificado tanto na área católica quanto na protestante. Todavia, o livro volta-se para a atualidade e chega a ser motivado pela crise que parece atingir esse equilíbrio milenar, com o ataque dos integralismos, de um lado, e, de outro, com a sacratização da norma positiva, que tende a substituir a ética na regulamentação da vida do indivíduo

Editora Wmf Martins Fontes
Ano 2005
Edição 1
ISBN-13 9788533620803

Sinopse

Paolo Prodi realiza aqui um ambicioso reconhecimento sobre um dos pilares da civilização, ou seja, a separação entre normas jurídicas e normas morais, entre infração e pecado, que tornou possível o sistema de liberdade e de garantias, típico da nossa civilização. Com base num espectro bastante amplo de literatura, encontrou-se na tradição judaico-cristã, encarnada na Igreja, um dualismo fundamental entre os "foros": a lei de Deus e a lei dos homens. Isso nos permite ver como ao longo da civilização européia, sobretudo na Idade Moderna, com o desenvolvimento do Estado, surge penosamente um equilíbrio entre os dois, segundo um processo que é verificado tanto na área católica quanto na protestante. Todavia, o livro volta-se para a atualidade e chega a ser motivado pela crise que parece atingir esse equilíbrio milenar, com o ataque dos integralismos, de um lado, e, de outro, com a sacratização da norma positiva, que tende a substituir a ética na regulamentação da vida do indivíduo