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Linguagens líquidas na era da mobilidade

por Lucia Santaella

Páginas468
Editora Paulus
Ano 2011
ISBN-13 9788534927659
ISBN-10 9788534927659

Sinopse

A metáfora dos líquidos tem sido utilizada com frequência como atributo das sociedades da vida dos corpos e do amor contemporâneos. Neste livro Lucia Santaella coloca as linguagens no primeiro plano de cena para evidenciar que no universo digital texto imagem e som não são mais o que costumavam ser. Deslizam uns para os outros sobrepõe-se complementam-se confraternizam-se unem-se e separam-se entrecruzam-se. Tornaram-se leves perambulantes. Perderam a estabilidade que a força de gravidade dos suportes fixos lhe emprestava. Viraram aparições presenças fugidias que emergem e desaparecem ao toque delicado da ponta de nossos dedos em minúsculas teclas. Voam pelos ares a velocidades que competem com a da luz. São tão voláteis que um dos grandes problemas atuais encontra-se nas novas estratégias de documentação que devem ser encontradas quando os meios de estocagem tornam-se obsoletos em intervalos de tempo cada vez mais curtos. Assim nesta era de comunicação móvel estamos testemunhando o desaparecimento progressivo de obstáculos materiais que costumavam bloquear os fluxos dos signos e das trocas de informação. Cada vez menos a comunicação está confinada a lugares fixos e os novos modos de telecomunicação têm produzido transmutações na estrutura da nossa concepção cotidiana do tempo do espaço dos modos de viver aprender agir engajar-se sentir provocando reviravoltas em nossa efetividade em nossa sensualidade nas crenças que acalentamos e nas emoções que nos assomam.

Editora Paulus
Ano 2011
ISBN-13 9788534927659
ISBN-10 9788534927659

Sinopse

A metáfora dos líquidos tem sido utilizada com frequência como atributo das sociedades da vida dos corpos e do amor contemporâneos. Neste livro Lucia Santaella coloca as linguagens no primeiro plano de cena para evidenciar que no universo digital texto imagem e som não são mais o que costumavam ser. Deslizam uns para os outros sobrepõe-se complementam-se confraternizam-se unem-se e separam-se entrecruzam-se. Tornaram-se leves perambulantes. Perderam a estabilidade que a força de gravidade dos suportes fixos lhe emprestava. Viraram aparições presenças fugidias que emergem e desaparecem ao toque delicado da ponta de nossos dedos em minúsculas teclas. Voam pelos ares a velocidades que competem com a da luz. São tão voláteis que um dos grandes problemas atuais encontra-se nas novas estratégias de documentação que devem ser encontradas quando os meios de estocagem tornam-se obsoletos em intervalos de tempo cada vez mais curtos. Assim nesta era de comunicação móvel estamos testemunhando o desaparecimento progressivo de obstáculos materiais que costumavam bloquear os fluxos dos signos e das trocas de informação. Cada vez menos a comunicação está confinada a lugares fixos e os novos modos de telecomunicação têm produzido transmutações na estrutura da nossa concepção cotidiana do tempo do espaço dos modos de viver aprender agir engajar-se sentir provocando reviravoltas em nossa efetividade em nossa sensualidade nas crenças que acalentamos e nas emoções que nos assomam.