Capa de Platao: Cratilo ou Sobre a Correcao dos Nomes por Platão
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Platao: Cratilo ou Sobre a Correcao dos Nomes

por Platão

Páginas104
Editora Paulus
Ano 2015
ISBN-13 9788534939379
ISBN-10 9788534939379

Sinopse

O Crátilo, de Platão, é o tratado sobre a linguagem mais antigo da cultura ocidental. O diálogo apresenta uma discussão de Sócrates com dois interlocutores que defendem concepções opostas sobre a correção dos nomes. Para Hermógenes, a linguagem não p assa de convenção. Qualquer nome funciona desde que haja um acordo sobre seu uso. Já Crátilo parte de uma posição naturalista, na qual cada coisa tem um nome correto que revela a essência do nomeado. “Hermógenes”, por exemplo, não seria o nome correto de um negociante malsucedido, pois este não traria em si os genes de Hermes, o deus do comércio. Esse é o mote a partir do qual Sócrates desenvolve sua posição, refutando aspectos do naturalismo e do convencionalismo, na busca de uma visão mais bem determinada sobre o funcionamento da linguagem. A resposta encontrada não é simples e muito menos conclusiva. Mais importante talvez seja o percurso no qual várias questões que ainda interessam a linguistas contemporâneos são contempladas, garantindo ao texto não só valor histórico, como também científico. É nesse universo que a presente tradução, única no mundo a verter os jogos de palavras do grego antigo, pretende imergir o leitor. O diálogo, interpretado e reinterpretado por séculos, é um convite, estendido agora aos leitores brasileiros, para que entrem na discussão e reavaliem suas opiniões acerca do funcionamento dos nomes.

Editora Paulus
Ano 2015
ISBN-13 9788534939379
ISBN-10 9788534939379

Sinopse

O Crátilo, de Platão, é o tratado sobre a linguagem mais antigo da cultura ocidental. O diálogo apresenta uma discussão de Sócrates com dois interlocutores que defendem concepções opostas sobre a correção dos nomes. Para Hermógenes, a linguagem não p assa de convenção. Qualquer nome funciona desde que haja um acordo sobre seu uso. Já Crátilo parte de uma posição naturalista, na qual cada coisa tem um nome correto que revela a essência do nomeado. “Hermógenes”, por exemplo, não seria o nome correto de um negociante malsucedido, pois este não traria em si os genes de Hermes, o deus do comércio. Esse é o mote a partir do qual Sócrates desenvolve sua posição, refutando aspectos do naturalismo e do convencionalismo, na busca de uma visão mais bem determinada sobre o funcionamento da linguagem. A resposta encontrada não é simples e muito menos conclusiva. Mais importante talvez seja o percurso no qual várias questões que ainda interessam a linguistas contemporâneos são contempladas, garantindo ao texto não só valor histórico, como também científico. É nesse universo que a presente tradução, única no mundo a verter os jogos de palavras do grego antigo, pretende imergir o leitor. O diálogo, interpretado e reinterpretado por séculos, é um convite, estendido agora aos leitores brasileiros, para que entrem na discussão e reavaliem suas opiniões acerca do funcionamento dos nomes.