Capa de Historias de Quilombolas: Mocambos E Comunidades de Senzalas No Rio de Janeiro, Seculo XIX por Flavio dos Santos Gomes
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Historias de Quilombolas: Mocambos E Comunidades de Senzalas No Rio de Janeiro, Seculo XIX

por Flávio dos Santos Gomes

Páginas430
Editora Companhia das Letras
Ano 2006
Edição Ed. rev. e ampliada.
ISBN-13 9788535909128
ISBN-10 9788535909128

Sinopse

Em "Historias de Quilombolas", Flavio dos Santos Gomes retrata o mundo interligado das senzalas e dos quilombos no Rio de Janeiro do seculo xix. Resultado de pesquisa primorosa feita em arquivos policiais e judiciarios, o livro descreve com detalhes as ligacoes dos quilombolas com grupos livres e com cativos, mostrando como os fugitivos abalavam o equilibrio das relacoes escravistas.A primeira parte do livro conta como os quilombos de Iguacu, no reconcavo da Guanabara, resistiram a repressao das autoridades. Taberneiros, pequenos negociantes e escravos comerciavam com eles e os informavam sobre as expedicoes repressoras.A segunda parte examina a "insurreicao quilombola" de Manoel Congo, em Vassouras, em 1838, de que participaram cativos africanos e "crioulos" (nascidos no Brasil), trabalhadores, domesticos e lavradores - tanto homens como mulheres. O final reune historias dos anos 1870 e 1880 que mostram como a crise de legitimidade do escravismo potencializou o movimento de libertacao dos escravos.

Editora Companhia das Letras
Ano 2006
Edição Ed. rev. e ampliada.
ISBN-13 9788535909128
ISBN-10 9788535909128

Sinopse

Em "Historias de Quilombolas", Flavio dos Santos Gomes retrata o mundo interligado das senzalas e dos quilombos no Rio de Janeiro do seculo xix. Resultado de pesquisa primorosa feita em arquivos policiais e judiciarios, o livro descreve com detalhes as ligacoes dos quilombolas com grupos livres e com cativos, mostrando como os fugitivos abalavam o equilibrio das relacoes escravistas.A primeira parte do livro conta como os quilombos de Iguacu, no reconcavo da Guanabara, resistiram a repressao das autoridades. Taberneiros, pequenos negociantes e escravos comerciavam com eles e os informavam sobre as expedicoes repressoras.A segunda parte examina a "insurreicao quilombola" de Manoel Congo, em Vassouras, em 1838, de que participaram cativos africanos e "crioulos" (nascidos no Brasil), trabalhadores, domesticos e lavradores - tanto homens como mulheres. O final reune historias dos anos 1870 e 1880 que mostram como a crise de legitimidade do escravismo potencializou o movimento de libertacao dos escravos.