Capa de Boitempo menino antigo por Carlos Drummond de Andrade
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Boitempo menino antigo

por Carlos Drummond de Andrade

Páginas344
Editora Companhia das letras
Ano 2017
ISBN-13 9788535929072
ISBN-10 9788535929072

Sinopse

Ponto mais alto da lírica memorialística do poeta mineiro, este alentado livro, o primeiro das memórias poéticas de Drummond, é marcado pelo esforço de resgate e reconstrução da infância perdida, e com ela da mítica Itabira do Mato Dentro. Em um movimento próprio à rememoração, que desobedece a qualquer linearidade do tempo presente, sobrepõem-se animais e frutas da roça, móveis da casa patriarcal, figuras familiares, temores noturnos, causos de figuras célebres na cidade e histórias de forasteiros, muitas delas proibidas ao garoto que a tudo observa com olhos e ouvidos atentos. Em estilo antissentimental, Drummond transita, com a curiosidade que o acompanhou por toda vida, pela vila de sua infância, a Belo Horizonte da mocidade e o vasto mundo que chega apenas pelo jornal, “ilustrado e longínquo”. Este volume inclui ainda um esclarecedor posfácio do professor e crítico John Gledson.

Editora Companhia das letras
Ano 2017
ISBN-13 9788535929072
ISBN-10 9788535929072

Sinopse

Ponto mais alto da lírica memorialística do poeta mineiro, este alentado livro, o primeiro das memórias poéticas de Drummond, é marcado pelo esforço de resgate e reconstrução da infância perdida, e com ela da mítica Itabira do Mato Dentro. Em um movimento próprio à rememoração, que desobedece a qualquer linearidade do tempo presente, sobrepõem-se animais e frutas da roça, móveis da casa patriarcal, figuras familiares, temores noturnos, causos de figuras célebres na cidade e histórias de forasteiros, muitas delas proibidas ao garoto que a tudo observa com olhos e ouvidos atentos. Em estilo antissentimental, Drummond transita, com a curiosidade que o acompanhou por toda vida, pela vila de sua infância, a Belo Horizonte da mocidade e o vasto mundo que chega apenas pelo jornal, “ilustrado e longínquo”. Este volume inclui ainda um esclarecedor posfácio do professor e crítico John Gledson.