Capa de Canções de atormentar por Angélica Freitas
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Canções de atormentar

por Angélica Freitas

Páginas106
Editora Companhia das Letras
Ano 2020
ISBN-13 9788535933512
ISBN-10 9788535933512

Sinopse

O terceiro e aguardado livro de uma das principais vozes da poesia brasileira.Oito anos depois da publicação do já célebre Um útero é do tamanho de um punho ? lançado em 2012 pela Cosac Naify e reeditado em 2017 pela Companhia das Letras ?, Canções de atormentar traz o olhar afiado de uma poeta que, com inteligência e ironia, observa a si e ao mundo. Os poemas rememoram a infância no Sul, com o pé de araçá plantado pela avó, relatam o esforço inútil de tentar compreender o Brasil de hoje e discutem a injustiça, o machismo e a nostalgia de uma nação que não passou de projeto.Em “porto alegre, 2016”, que trata da migração e dos protestos nas ruas, violentamente refreados pela ordem pública, a poeta escreve: “agora a colher cai da boca/ e o barulho de bomba é ali fora/ e a polícia vai pra cima dos teus afetos/ munida de espadas, sobre cavalos”. Canções de atormentar reúne poemas ora ferozes, ora desiludidos, sem nunca perder de vista a urgência, a vivacidade, o humor e o tom incisivo que consagraram Angélica como um dos nomes mais originais da literatura contemporânea.

Editora Companhia das Letras
Ano 2020
ISBN-13 9788535933512
ISBN-10 9788535933512

Sinopse

O terceiro e aguardado livro de uma das principais vozes da poesia brasileira.Oito anos depois da publicação do já célebre Um útero é do tamanho de um punho ? lançado em 2012 pela Cosac Naify e reeditado em 2017 pela Companhia das Letras ?, Canções de atormentar traz o olhar afiado de uma poeta que, com inteligência e ironia, observa a si e ao mundo. Os poemas rememoram a infância no Sul, com o pé de araçá plantado pela avó, relatam o esforço inútil de tentar compreender o Brasil de hoje e discutem a injustiça, o machismo e a nostalgia de uma nação que não passou de projeto.Em “porto alegre, 2016”, que trata da migração e dos protestos nas ruas, violentamente refreados pela ordem pública, a poeta escreve: “agora a colher cai da boca/ e o barulho de bomba é ali fora/ e a polícia vai pra cima dos teus afetos/ munida de espadas, sobre cavalos”. Canções de atormentar reúne poemas ora ferozes, ora desiludidos, sem nunca perder de vista a urgência, a vivacidade, o humor e o tom incisivo que consagraram Angélica como um dos nomes mais originais da literatura contemporânea.