Capa de Ritmo humanegrítico Antologia poética por Cuti
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Ritmo humanegrítico Antologia poética

por Cuti

Páginas272
Editora Companhia das Letras
Ano 2024
ISBN-13 9788535938647
ISBN-10 9788535938647

Sinopse

<p> <b>Humana, negra, crítica. São estas as características que percorrem a produção do escritor Cuti — uma das vozes mais brilhantes e originais da literatura brasileira — e as páginas desta antologia, que nos provoca e sensibiliza sobre o momento presente. De um dos fundadores dos Cadernos Negros, com texto de orelha de Maria Nazareth Soares Fonseca.</b> </p> <p>Ritmo é elemento primordial na obra de Luiz Silva, o Cuti. Nesta antologia, o poeta eleva essa característica a um patamar que, ao convergir sonoridade e movimento, se coloca diante do leitor como uma pista de dança. O convite é para que se escute o potente reverberar de seus versos e se comova com a minuciosa cadência das palavras, o tempo das rimas, o deslocamento das páginas. <br>Toda essa agitação compõe um bailado impetuoso, conduzindo o leitor por temas críticos como o avanço do ódio no mundo, o racismo, a influência nociva das novas tecnologias na sociedade, ao mesmo tempo em que trata de amor, de identidade e da necessidade incontornável de esperança. <br>Poeta, dramaturgo e um dos mais influentes intelectuais da literatura e do movimento negro brasileiro, Cuti reúne em <i>Ritmo humanegrítico</i> poemas já publicados e inéditos para delinear os horizontes de sua produção literária, iniciada ainda em 1970: <i>"não é ser negro/ nem ter sido o esteio do mundo/ mas o titubeio do branco/ em me aceitar/ como igualmente humano".</i> </p>

Editora Companhia das Letras
Ano 2024
ISBN-13 9788535938647
ISBN-10 9788535938647

Sinopse

<p> <b>Humana, negra, crítica. São estas as características que percorrem a produção do escritor Cuti — uma das vozes mais brilhantes e originais da literatura brasileira — e as páginas desta antologia, que nos provoca e sensibiliza sobre o momento presente. De um dos fundadores dos Cadernos Negros, com texto de orelha de Maria Nazareth Soares Fonseca.</b> </p> <p>Ritmo é elemento primordial na obra de Luiz Silva, o Cuti. Nesta antologia, o poeta eleva essa característica a um patamar que, ao convergir sonoridade e movimento, se coloca diante do leitor como uma pista de dança. O convite é para que se escute o potente reverberar de seus versos e se comova com a minuciosa cadência das palavras, o tempo das rimas, o deslocamento das páginas. <br>Toda essa agitação compõe um bailado impetuoso, conduzindo o leitor por temas críticos como o avanço do ódio no mundo, o racismo, a influência nociva das novas tecnologias na sociedade, ao mesmo tempo em que trata de amor, de identidade e da necessidade incontornável de esperança. <br>Poeta, dramaturgo e um dos mais influentes intelectuais da literatura e do movimento negro brasileiro, Cuti reúne em <i>Ritmo humanegrítico</i> poemas já publicados e inéditos para delinear os horizontes de sua produção literária, iniciada ainda em 1970: <i>"não é ser negro/ nem ter sido o esteio do mundo/ mas o titubeio do branco/ em me aceitar/ como igualmente humano".</i> </p>