Capa de Poesia numa hora dessas?! por Luis Fernando Verissimo
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Poesia numa hora dessas?!

por Luís Fernando Veríssimo

Páginas108
Editora Objetiva
Ano 2010
ISBN-13 9788539001224
ISBN-10 9788539001224

Sinopse

A longo de vinte anos, o acervo pessoal de Luis Fernando Verissimo guardava algumas preciosidades - poemas, tiras e desenhos publicados em jornais e revistas com o curioso título de Poesia Numa Hora Dessas?! A editora Objetiva que, desde 2000, vem relaçando a obra completa do escritor, reuniu num livro os melhores momentos da série em que Verissimo, com seu olhar arguto, sarcástico e irônico - sem perder a graça e a ternura jamais -, traduz em lirismo e humor o nosso dia-a-dia. Da reencarnação à morte, passando por tipos singulares de nosso cotidiano como O faz-nada - uma exaltação ao vagabundo - nada escapa à pena ou ao computador de Verissimo, conectado de forma tão intensa à nossa existência como seres humanos. Como um autêntico poeta, com palavras ou imagens, o autor gaúcho nos faz rir ou chorar e refletir sobre a nossa condição de homem - o único animal que ri, que chora, que chora de rir. E que diante da crise, do medo, do fim de um ano e do começo de outro, fará o possível - como propõe o escritor - para confiar no amanhã: a não ser que descubram alguma coisa contra ele durante a noite.

Editora Objetiva
Ano 2010
ISBN-13 9788539001224
ISBN-10 9788539001224

Sinopse

A longo de vinte anos, o acervo pessoal de Luis Fernando Verissimo guardava algumas preciosidades - poemas, tiras e desenhos publicados em jornais e revistas com o curioso título de Poesia Numa Hora Dessas?! A editora Objetiva que, desde 2000, vem relaçando a obra completa do escritor, reuniu num livro os melhores momentos da série em que Verissimo, com seu olhar arguto, sarcástico e irônico - sem perder a graça e a ternura jamais -, traduz em lirismo e humor o nosso dia-a-dia. Da reencarnação à morte, passando por tipos singulares de nosso cotidiano como O faz-nada - uma exaltação ao vagabundo - nada escapa à pena ou ao computador de Verissimo, conectado de forma tão intensa à nossa existência como seres humanos. Como um autêntico poeta, com palavras ou imagens, o autor gaúcho nos faz rir ou chorar e refletir sobre a nossa condição de homem - o único animal que ri, que chora, que chora de rir. E que diante da crise, do medo, do fim de um ano e do começo de outro, fará o possível - como propõe o escritor - para confiar no amanhã: a não ser que descubram alguma coisa contra ele durante a noite.