Capa de Invenção de Orfeu por Jorge de Lima, Murilo Mendes, João Gaspar Simões, Mário Faustino
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Invenção de Orfeu

por Jorge de Lima, João Gaspar Simões, Murilo Mendes, Mário Faustino

Páginas369
Editora Cosac Naify
Ano 2013
ISBN-13 9788540505612
ISBN-10 9788540505612

Sinopse

Invenção de Orfeu (1952) é um dos grandes poemas da língua portuguesa e testamento literário de Jorge de Lima. Retomando o antigo mito de Orfeu para meditar sobre a criação artística, o poema está repleto de imagens poderosas e estranhas, em versos de musicalidade única que dialogam com a lírica de Camões. Neste ano, completam-se sessenta anos da morte do poeta alagoano, o mais imagético dos poetas brasileiros. Em função dessa efeméride, a Cosac Naify, em parceria com a editora Jatobá, preparou esta edição comemorativa, com estabelecimento de texto e posfácio de Fábio de Souza Andrade, ensaios de Murilo Mendes, João Gaspar Simões e Mário Faustino, além de documentos inéditos: datiloscritos anotados pelo autor, carta de Ezra Pound e reproduções de época. Trata-se de uma reedição definitiva para recolocar Jorge de Lima em seu lugar de direito, entre os grandes poetas que formaram a linha de frente do modernismo brasileiro, junto a Bandeira, Oswald, Drummond e Murilo Mendes.

Editora Cosac Naify
Ano 2013
ISBN-13 9788540505612
ISBN-10 9788540505612

Sinopse

Invenção de Orfeu (1952) é um dos grandes poemas da língua portuguesa e testamento literário de Jorge de Lima. Retomando o antigo mito de Orfeu para meditar sobre a criação artística, o poema está repleto de imagens poderosas e estranhas, em versos de musicalidade única que dialogam com a lírica de Camões. Neste ano, completam-se sessenta anos da morte do poeta alagoano, o mais imagético dos poetas brasileiros. Em função dessa efeméride, a Cosac Naify, em parceria com a editora Jatobá, preparou esta edição comemorativa, com estabelecimento de texto e posfácio de Fábio de Souza Andrade, ensaios de Murilo Mendes, João Gaspar Simões e Mário Faustino, além de documentos inéditos: datiloscritos anotados pelo autor, carta de Ezra Pound e reproduções de época. Trata-se de uma reedição definitiva para recolocar Jorge de Lima em seu lugar de direito, entre os grandes poetas que formaram a linha de frente do modernismo brasileiro, junto a Bandeira, Oswald, Drummond e Murilo Mendes.