Capa de Geografia aérea por Manoel Ricardo de Lima
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Geografia aérea

por Manoel Ricardo de Lima

Páginas139
Editora 7Letras
Ano 2014
Edição 1
ISBN-13 9788542102062
ISBN-10 9788542102062

Sinopse

Com uma obra que transita com igual vigor entre poesia, a ficção e o ensaio, Manoel Ricardo de Lima vem se afirmando como um de nossos autores mais importantes. Esta geografia aérea mapeia uma boa parte dessa aventura da escrita, reunindo os textos de seus livros anteriores, porém reescritos, revistos, rearranjados, abertos e novas leituras. E acrescidos ainda de uma seção inédita, Lâminas, que abre o livro já levando o leitor nesse sobrevoo, apresentando o cenário de sua escrita por vezes fragmentada e tortuosa, que rompe as fronteiras entre poema e prosa, à beira da guerra, do desastre ou do acidente, por um triz. Como bem aponta Annita Costa Malufe em seu posfácio, essa escrita ( ou re-escrita) fragmentada, por vezes violenta, baseada na vertigem do corte, na descontinuidade, apresenta uma tarefa quem sabe política, quem sabe ética, e urgente, em tempos de tanto consenso e assertivas, tantas imagens e clichês. São poucos os autores que ousam se lançar com tanto coragem nesse tipo de aventura. Manoel é um desses que sabe mergulhar até o fundo, e que na volta sabe nos contar o indizível.

Editora 7Letras
Ano 2014
Edição 1
ISBN-13 9788542102062
ISBN-10 9788542102062

Sinopse

Com uma obra que transita com igual vigor entre poesia, a ficção e o ensaio, Manoel Ricardo de Lima vem se afirmando como um de nossos autores mais importantes. Esta geografia aérea mapeia uma boa parte dessa aventura da escrita, reunindo os textos de seus livros anteriores, porém reescritos, revistos, rearranjados, abertos e novas leituras. E acrescidos ainda de uma seção inédita, Lâminas, que abre o livro já levando o leitor nesse sobrevoo, apresentando o cenário de sua escrita por vezes fragmentada e tortuosa, que rompe as fronteiras entre poema e prosa, à beira da guerra, do desastre ou do acidente, por um triz. Como bem aponta Annita Costa Malufe em seu posfácio, essa escrita ( ou re-escrita) fragmentada, por vezes violenta, baseada na vertigem do corte, na descontinuidade, apresenta uma tarefa quem sabe política, quem sabe ética, e urgente, em tempos de tanto consenso e assertivas, tantas imagens e clichês. São poucos os autores que ousam se lançar com tanto coragem nesse tipo de aventura. Manoel é um desses que sabe mergulhar até o fundo, e que na volta sabe nos contar o indizível.