Capa de A nervura do real II Imanência e liberdade em Espinosa por Marilena Chaui
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A nervura do real II Imanência e liberdade em Espinosa

por Marilena Chaui

Páginas712
Editora Companhia das Letras
Ano 2016
ISBN-13 9788543806655
ISBN-10 9788543806655

Sinopse

<b>Em livro muito aguardado, a consagrada filósofa Marilena Chaui conclui seu estudo das ideias do filósofo Baruch Espinosa, um dos pais do racionalismo.</b> <br>Marilena Chaui, intelectual pública e uma das grandes filósofas de sua geração, completa agora o percurso iniciado com o estudo da ideia espinosana de imanência, obra que causou grande repercussão e debate quando publicada, em 1999. <br>Hoje, filósofos, psicanalistas e neurobiologistas voltam-se para a filosofia de Espinosa para redescobrir um pensamento que enfrentou de modo certeiro questões retomadas no presente. Neste segundo volume, Chaui lida com a questão da liberdade em Espinosa - tema que nos interpela talvez mais que qualquer outro em <br>sua filosofia - e procura demonstrar que a necessidade incondicionada da potência infinita da Natureza, da qual somos uma expressão, é a condição da liberdade humana.

Editora Companhia das Letras
Ano 2016
ISBN-13 9788543806655
ISBN-10 9788543806655

Sinopse

<b>Em livro muito aguardado, a consagrada filósofa Marilena Chaui conclui seu estudo das ideias do filósofo Baruch Espinosa, um dos pais do racionalismo.</b> <br>Marilena Chaui, intelectual pública e uma das grandes filósofas de sua geração, completa agora o percurso iniciado com o estudo da ideia espinosana de imanência, obra que causou grande repercussão e debate quando publicada, em 1999. <br>Hoje, filósofos, psicanalistas e neurobiologistas voltam-se para a filosofia de Espinosa para redescobrir um pensamento que enfrentou de modo certeiro questões retomadas no presente. Neste segundo volume, Chaui lida com a questão da liberdade em Espinosa - tema que nos interpela talvez mais que qualquer outro em <br>sua filosofia - e procura demonstrar que a necessidade incondicionada da potência infinita da Natureza, da qual somos uma expressão, é a condição da liberdade humana.