Capa de De olho em d. Pedro II e seu reino tropical por Lilia Moritz Schwarcz
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De olho em d. Pedro II e seu reino tropical

por Lilia Moritz Schwarcz

Páginas80
Editora Companhia das Letras
Ano 2016
ISBN-13 9788543807171
ISBN-10 9788543807171

Sinopse

Na escola, são poucas as oportunidades de discutir a relevância das fontes visuais para a compreensão da história do Brasil. Em De olho em d. Pedro II e seu reino tropical, Lilia Moritz Schwarcz retoma o personagem principal de seu livro As barbas do imperador e o apresenta aos jovens leitores partindo de um tipo de material que lhes é muito familiar: as imagens. <br>E foram muitas as imagens que se criaram em torno de Pedro II. De "órfão da nação" a imperador coroado aos catorze anos, à medida que lhe cresciam as barbas ele se tornava o sábio monarca dos trópicos, amante das artes e da ciência. Com a proclamação da República, em 1889, o rei é condenado ao exílio. Vira mártir para, por fim, morrer como mito. <br>A vida do imperador cai como uma luva para tratar o tema das fontes visuais: entre nossos governantes, ele foi um dos mais preocupados em construir uma identidade nacional e uma memória do Brasil. Pinturas oficiais, caricaturas produzidas por opositores do rei, fotos, cadernos de caligrafia, longe de simples ilustrações do contexto histórico, são imagens plenas de significados, capazes de dar novos contornos aos fatos.

Editora Companhia das Letras
Ano 2016
ISBN-13 9788543807171
ISBN-10 9788543807171

Sinopse

Na escola, são poucas as oportunidades de discutir a relevância das fontes visuais para a compreensão da história do Brasil. Em De olho em d. Pedro II e seu reino tropical, Lilia Moritz Schwarcz retoma o personagem principal de seu livro As barbas do imperador e o apresenta aos jovens leitores partindo de um tipo de material que lhes é muito familiar: as imagens. <br>E foram muitas as imagens que se criaram em torno de Pedro II. De "órfão da nação" a imperador coroado aos catorze anos, à medida que lhe cresciam as barbas ele se tornava o sábio monarca dos trópicos, amante das artes e da ciência. Com a proclamação da República, em 1889, o rei é condenado ao exílio. Vira mártir para, por fim, morrer como mito. <br>A vida do imperador cai como uma luva para tratar o tema das fontes visuais: entre nossos governantes, ele foi um dos mais preocupados em construir uma identidade nacional e uma memória do Brasil. Pinturas oficiais, caricaturas produzidas por opositores do rei, fotos, cadernos de caligrafia, longe de simples ilustrações do contexto histórico, são imagens plenas de significados, capazes de dar novos contornos aos fatos.