Capa de O corpo nulo por Lorena Miranda Cutlak
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O corpo nulo

por Lorena Miranda Cutlak

Páginas119
Editora Mondrongo
Ano 2020
ISBN-13 9788555570063

Sinopse

Este O Corpo Nulo – promissora estreia de Lorena Miranda Cutlak – é o mais novo membro de uma família que, à falta de melhor nome, costumo chamar de “poetas do pensamento”. Representada entre nós por Camões e Pessoa, Antero e Drummond, Tolentino e Cunha Melo, para citar apenas alguns, essa família se distingue pelo domínio da forma aliado à compulsão por pensar o que sente, redundando em poemas que agradam e instruem, segundo o ideal do velho Horácio. Divididos em três seções mais um apêndice, os trinta e quatro poemas que compõem este livro são como variações sobre um tema – a saber, a lição da dor, que, em princípio física, contém insuspeitas profundidades metafísicas, quando transfigurada em poesia de verdade. Curto e grosso: Lorena é poetisa de verdade e seus poemas, verdadeira poesia. Isso diz pouco mas já dá alguma ideia do que se pode encontrar em tão auspicioso début. Abram os olhos e vejam. Érico Nogueira

Editora Mondrongo
Ano 2020
ISBN-13 9788555570063

Sinopse

Este O Corpo Nulo – promissora estreia de Lorena Miranda Cutlak – é o mais novo membro de uma família que, à falta de melhor nome, costumo chamar de “poetas do pensamento”. Representada entre nós por Camões e Pessoa, Antero e Drummond, Tolentino e Cunha Melo, para citar apenas alguns, essa família se distingue pelo domínio da forma aliado à compulsão por pensar o que sente, redundando em poemas que agradam e instruem, segundo o ideal do velho Horácio. Divididos em três seções mais um apêndice, os trinta e quatro poemas que compõem este livro são como variações sobre um tema – a saber, a lição da dor, que, em princípio física, contém insuspeitas profundidades metafísicas, quando transfigurada em poesia de verdade. Curto e grosso: Lorena é poetisa de verdade e seus poemas, verdadeira poesia. Isso diz pouco mas já dá alguma ideia do que se pode encontrar em tão auspicioso début. Abram os olhos e vejam. Érico Nogueira