Capa de O amor é um lugar estranho por Luís Roberto Amabile
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O amor é um lugar estranho

por Luís Roberto Amabile

Páginas107
Editora Grua Livros
Ano 2012
ISBN-13 9788561578220

Sinopse

O homem volta à cidade natal para um casamento e se recusa a ver um parente mais velho, com quem brigou faz anos e que está muito doente. Dois amigos saem do bar rememorando os tempos de faculdade e ao voltar para casa são parados pela polícia. O jornalista vai fazer uma reportagem num deserto de sal na Bolívia e encontra Julia, por quem se apaixona, e ela depois se desencontra dele. Com doses exatas de ironia e lirismo, os contos revelam o indivíduo moderno e sua vida menor em meio aos grandes dilemas do mundo, às relações sem esperança e às inevitáveis mentiras que abrandam o nosso cotidiano. São tramas que dissecam a alma contemporânea à luz de suas contradições e à sombra de suas incertezas. A lembrança contínua de nossa finitude por vezes é uma vaca morta na estrada que faz desviar o Monza enquanto o Flamengo joga no rádio, por vezes é a neve que cai em Buenos Aires após 69 anos. Nos “amores” desmetaforizados que as histórias ilustram, vemos as marcas ostensivas de uma sociedade que não sabe como lidar com seus sentimentos. E, com alívio ou pesar, constatamos que o amor, sempre associado à emergência do outro em nossa vida, é também solidão.

Editora Grua Livros
Ano 2012
ISBN-13 9788561578220

Sinopse

O homem volta à cidade natal para um casamento e se recusa a ver um parente mais velho, com quem brigou faz anos e que está muito doente. Dois amigos saem do bar rememorando os tempos de faculdade e ao voltar para casa são parados pela polícia. O jornalista vai fazer uma reportagem num deserto de sal na Bolívia e encontra Julia, por quem se apaixona, e ela depois se desencontra dele. Com doses exatas de ironia e lirismo, os contos revelam o indivíduo moderno e sua vida menor em meio aos grandes dilemas do mundo, às relações sem esperança e às inevitáveis mentiras que abrandam o nosso cotidiano. São tramas que dissecam a alma contemporânea à luz de suas contradições e à sombra de suas incertezas. A lembrança contínua de nossa finitude por vezes é uma vaca morta na estrada que faz desviar o Monza enquanto o Flamengo joga no rádio, por vezes é a neve que cai em Buenos Aires após 69 anos. Nos “amores” desmetaforizados que as histórias ilustram, vemos as marcas ostensivas de uma sociedade que não sabe como lidar com seus sentimentos. E, com alívio ou pesar, constatamos que o amor, sempre associado à emergência do outro em nossa vida, é também solidão.