Capa de Como se fosse a casa uma correspondência por Ana Martins Marques, Eduardo Jorge
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Como se fosse a casa uma correspondência

por Ana Martins Marques, Eduardo Jorge

Páginas45
Editora Relicário
Ano 2017
ISBN-13 9788566786576

Sinopse

Durante um mês, a poeta Ana Martins Marques alugou o apartamento do amigo e também poeta Eduardo Jorge, que viajara para a França. O imóvel fica na região centro-sul de Belo Horizonte, no edifício JK, projetado por Oscar Niemeyer em 1952. Enquanto viveu ali, a inquilina trocou e-mails com o locador. As mensagens, de início, abordavam questões meramente práticas. Mas, depois, se converteram em uma troca de poemas sobre o permanecer e o partir, o morar e o exilar-se, o familiar e o estranho. Um dos méritos do livro está no fato de que ambos os poetas, apesar de escreverem a partir das provocações e evocações poéticas apresentadas pelo outro, não estabeleceram uma relação simbiótica, de perda da identidade em direção a uma linguagem comum e a uma síntese estilística. Ao contrário, a singularidade de cada um foi plenamente mantida, percepção confirmada pelo poeta Ricardo Aleixo, autor do texto de orelha da obra: “Ana e Eduardo conseguiram a proeza de compor uma obra que não apaga nem relativiza as diferenças estilísticas entre ela (sua rara aptidão para o manejo da camada fônica da palavra, com especial destaque para a composição de frases de diferentes extensões) e ele (a imageria algo desorbitada e o gosto pelas ousadas torções sintáticas)”.  Editora ‏ : ‎ Relicário (7 julho 2017)Idioma ‏ : ‎ PortuguêsCapa comum ‏ : ‎ 48 páginasISBN-10 ‏ : ‎ 8566786572ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8566786576Dimensões ‏ : ‎ 18.2 x 11.6 x 0.8 cm

Editora Relicário
Ano 2017
ISBN-13 9788566786576

Sinopse

Durante um mês, a poeta Ana Martins Marques alugou o apartamento do amigo e também poeta Eduardo Jorge, que viajara para a França. O imóvel fica na região centro-sul de Belo Horizonte, no edifício JK, projetado por Oscar Niemeyer em 1952. Enquanto viveu ali, a inquilina trocou e-mails com o locador. As mensagens, de início, abordavam questões meramente práticas. Mas, depois, se converteram em uma troca de poemas sobre o permanecer e o partir, o morar e o exilar-se, o familiar e o estranho. Um dos méritos do livro está no fato de que ambos os poetas, apesar de escreverem a partir das provocações e evocações poéticas apresentadas pelo outro, não estabeleceram uma relação simbiótica, de perda da identidade em direção a uma linguagem comum e a uma síntese estilística. Ao contrário, a singularidade de cada um foi plenamente mantida, percepção confirmada pelo poeta Ricardo Aleixo, autor do texto de orelha da obra: “Ana e Eduardo conseguiram a proeza de compor uma obra que não apaga nem relativiza as diferenças estilísticas entre ela (sua rara aptidão para o manejo da camada fônica da palavra, com especial destaque para a composição de frases de diferentes extensões) e ele (a imageria algo desorbitada e o gosto pelas ousadas torções sintáticas)”.  Editora ‏ : ‎ Relicário (7 julho 2017)Idioma ‏ : ‎ PortuguêsCapa comum ‏ : ‎ 48 páginasISBN-10 ‏ : ‎ 8566786572ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8566786576Dimensões ‏ : ‎ 18.2 x 11.6 x 0.8 cm