Capa de O papel de parede amarelo e outros contos por Charlotte Perkins Gilman
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O papel de parede amarelo e outros contos

por Charlotte Perkins Gilman

Páginas96
Editora Edipro
Ano 2019
ISBN-13 9788567097718
ISBN-10 9788567097718

Sinopse

<i>O papel de parede amarelo</i> transita entre o terror gótico e uma alegoria da opressão feminina. A obra dá título a esta coletânea, que reúne contos ligados ao mistério e ao sobrenatural escritos por Charlotte Perkins Gilman, uma das maiores autoras representantes do feminismo mundial. <br>Com tom autobiográfico – a autora também lidou com a depressão e um casamento frustrante –, <i>O papel de parede amarelo</i> apresenta uma esposa confinada em um quarto pelo marido, o que a faz desenvolver uma obsessão pelo papel de parede, no qual enxerga mulheres aprisionadas. <br>Enquanto o horror psicológico conduz este conto, em <i>A glicínia gigante, A cadeira de balanço</i> e <i>A porta não vigiada</i>, Gilman flerta com histórias de fantasmas e de investigações que envolvem o sobrenatural. Quando fui uma bruxa nos apresenta uma mulher movida pela vingança, capaz de realizar seus desejos. Em Se eu fosse um homem, a autora lida com o fantástico em uma história de troca de corpos. Por fim, Água antiga traz uma história de abuso e assassinato.

Editora Edipro
Ano 2019
ISBN-13 9788567097718
ISBN-10 9788567097718

Sinopse

<i>O papel de parede amarelo</i> transita entre o terror gótico e uma alegoria da opressão feminina. A obra dá título a esta coletânea, que reúne contos ligados ao mistério e ao sobrenatural escritos por Charlotte Perkins Gilman, uma das maiores autoras representantes do feminismo mundial. <br>Com tom autobiográfico – a autora também lidou com a depressão e um casamento frustrante –, <i>O papel de parede amarelo</i> apresenta uma esposa confinada em um quarto pelo marido, o que a faz desenvolver uma obsessão pelo papel de parede, no qual enxerga mulheres aprisionadas. <br>Enquanto o horror psicológico conduz este conto, em <i>A glicínia gigante, A cadeira de balanço</i> e <i>A porta não vigiada</i>, Gilman flerta com histórias de fantasmas e de investigações que envolvem o sobrenatural. Quando fui uma bruxa nos apresenta uma mulher movida pela vingança, capaz de realizar seus desejos. Em Se eu fosse um homem, a autora lida com o fantástico em uma história de troca de corpos. Por fim, Água antiga traz uma história de abuso e assassinato.