Capa de Informação, conhecimento, ação autônoma e big data continuidade ou revolução? por Daniel Martínez-Ávila, Edna Alves de Souza, Maria Eunice Quilici Gonzalez
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Informação, conhecimento, ação autônoma e big data continuidade ou revolução?

por Daniel Martínez-Ávila, Edna Alves de Souza, Maria Eunice Quilici Gonzalez

Páginas278
Editora Editora Unesp
Ano 2019
ISBN-13 9788572490542

Sinopse

Estudos interdisciplinares sobre implicações éticas, epistemológicas, estéticas e políticas do desenvolvimento e uso de recursos de tecnologias de comunicação informacional (TIC), na ciência e na ação cotidiana, estão na agenda quase que obrigatória de cientistas, filósofos e artistas contemporâneos. No universo acadêmico brasileiro, estudos sobre essa problemática vêm sendo desenvolvidos, não sem controvérsia, há mais de duas décadas. Por um lado, os recursos da tecnologia, dentre os quais se destacam atualmente os de Big Data, propiciam a comunicação sem fronteiras e o acesso a fontes informacionais relevantes, outrora inacessíveis e quiçá inimagináveis. Por outro lado, esses mesmos recursos tecnológicos vêm conduzindo à aceleração vertiginosa das ações humanas, com consequências (muitas vezes indesejáveis) políticas, ambientais, éticas, psicológicas, entre outras.

Editora Editora Unesp
Ano 2019
ISBN-13 9788572490542

Sinopse

Estudos interdisciplinares sobre implicações éticas, epistemológicas, estéticas e políticas do desenvolvimento e uso de recursos de tecnologias de comunicação informacional (TIC), na ciência e na ação cotidiana, estão na agenda quase que obrigatória de cientistas, filósofos e artistas contemporâneos. No universo acadêmico brasileiro, estudos sobre essa problemática vêm sendo desenvolvidos, não sem controvérsia, há mais de duas décadas. Por um lado, os recursos da tecnologia, dentre os quais se destacam atualmente os de Big Data, propiciam a comunicação sem fronteiras e o acesso a fontes informacionais relevantes, outrora inacessíveis e quiçá inimagináveis. Por outro lado, esses mesmos recursos tecnológicos vêm conduzindo à aceleração vertiginosa das ações humanas, com consequências (muitas vezes indesejáveis) políticas, ambientais, éticas, psicológicas, entre outras.