Capa de Como Se Caísse Devagar por Annita Costa Malufe
Comprar fora do Marginalia Comprar na Amazon

Como Se Caísse Devagar

por Annita Costa Malufe

Páginas146
Editora Editora 34
Ano 2009
ISBN-13 9788573264142
ISBN-10 9788573264142

Sinopse

Após o lançamento, em 2007, de Baque, de Fabio Weintraub, Sangüínea, de Fabiano Calixto, e Visão do térreo, de Ruy Proença, a Editora 34 traz ao leitor mais dois livros da nova poesia nacional: como se caísse devagar, de Annita Costa Malufe, e Horas perplexas, de Reynaldo Damazio — ambos contemplados com a Bolsa de Incentivo à Criação Literária da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Como se caísse devagar, de Annita Costa Malufe, concebido como uma espécie de partitura musical, encena uma subjetividade becketiana e jazzística, em que infinitas modulações de vozes se fazem ouvir por trás da fluidez de uma escrita a um só tempo solta e exata. Nas palavras de Armando Freitas Filho, que assina a orelha, o livro é "um continuum, uma reescrita ininterrupta que não permite que se destaque qualquer trecho, ou linhas, ou versos, pois na verdade, mesmo que este corpo exposto seja feito de poemas, ele é orgânico, tem uma sequência, digamos, biológica, que não permite, sem que haja prejuízo, qualquer desmembramento".

Editora Editora 34
Ano 2009
ISBN-13 9788573264142
ISBN-10 9788573264142

Sinopse

Após o lançamento, em 2007, de Baque, de Fabio Weintraub, Sangüínea, de Fabiano Calixto, e Visão do térreo, de Ruy Proença, a Editora 34 traz ao leitor mais dois livros da nova poesia nacional: como se caísse devagar, de Annita Costa Malufe, e Horas perplexas, de Reynaldo Damazio — ambos contemplados com a Bolsa de Incentivo à Criação Literária da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Como se caísse devagar, de Annita Costa Malufe, concebido como uma espécie de partitura musical, encena uma subjetividade becketiana e jazzística, em que infinitas modulações de vozes se fazem ouvir por trás da fluidez de uma escrita a um só tempo solta e exata. Nas palavras de Armando Freitas Filho, que assina a orelha, o livro é "um continuum, uma reescrita ininterrupta que não permite que se destaque qualquer trecho, ou linhas, ou versos, pois na verdade, mesmo que este corpo exposto seja feito de poemas, ele é orgânico, tem uma sequência, digamos, biológica, que não permite, sem que haja prejuízo, qualquer desmembramento".