Capa de Um dia de chuva por Eça de Queirós
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Um dia de chuva

por Eça de Queirós

Páginas51
Editora Cosac Naify
Ano 2011
ISBN-13 9788575039076
ISBN-10 9788575039076

Sinopse

Conto primoroso (e pouco conhecido) do escritor português Eça de Queiroz, pela primeira vez publicado em livro, em edição independente. Um dia de chuva é uma pequena obra-prima na opinião do crítico Antonio Candido. Escrito perto de sua morte, o autor deixou o texto por terminar, e este aspecto de inacabado é um traço de modernidade que só faz enriquecer a leitura. Na história, José Ernesto, um solteirão que mora em Lisboa, vai até uma cidade do Norte de Portugal com o intuito de comprar uma quinta, para fugir da cidade grande. Ao chegar, sucedem-se vários dias de chuva incessante, em que o protagonista conversa com o padre e com o caseiro. A chuva permeia o conto e define seus limites, criando uma espécie de cortina através da qual enxergamos, junto com José Ernesto, a casa com seus cômodos, corredores e memórias da família que ali habitava. As ilustrações de Guazzelli ... nas cores azul e marrom, fazem uma referência à azulejaria portuguesa e acentuam a chuva, criando a atmosfera romântica que se forma, gradativamente, entre José Ernesto e a filha do proprietário. (From publisher's website)

Editora Cosac Naify
Ano 2011
ISBN-13 9788575039076
ISBN-10 9788575039076

Sinopse

Conto primoroso (e pouco conhecido) do escritor português Eça de Queiroz, pela primeira vez publicado em livro, em edição independente. Um dia de chuva é uma pequena obra-prima na opinião do crítico Antonio Candido. Escrito perto de sua morte, o autor deixou o texto por terminar, e este aspecto de inacabado é um traço de modernidade que só faz enriquecer a leitura. Na história, José Ernesto, um solteirão que mora em Lisboa, vai até uma cidade do Norte de Portugal com o intuito de comprar uma quinta, para fugir da cidade grande. Ao chegar, sucedem-se vários dias de chuva incessante, em que o protagonista conversa com o padre e com o caseiro. A chuva permeia o conto e define seus limites, criando uma espécie de cortina através da qual enxergamos, junto com José Ernesto, a casa com seus cômodos, corredores e memórias da família que ali habitava. As ilustrações de Guazzelli ... nas cores azul e marrom, fazem uma referência à azulejaria portuguesa e acentuam a chuva, criando a atmosfera romântica que se forma, gradativamente, entre José Ernesto e a filha do proprietário. (From publisher's website)