Capa de Eu por Augusto dos Anjos
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Eu

por Augusto dos Anjos

Páginas188
Editora Hedra
Ano 2012
ISBN-13 9788577152841
ISBN-10 9788577152841

Sinopse

Publicado em 1912, Eu seria o único livro de Augusto dos Anjos. Os 58 poemas aqui reunidos causaram enorme estranhamento no ambiente literário do início do século XX e permanecem ainda hoje como exemplares de uma poesia bastante insólita.Frutos de uma singular aliança entre tendências literárias e filosóficas do período, os poemas de Eu são tributários do cientificismo positivista do século XIX, do formalismo parnasiano, do misticismo simbolista — vazado pelas doutrinas espirituais do Oriente, que o poeta empresta de Schopenhauer, junto do pessimismo a respeito das coisas humanas — e das ideias do Naturalismo, que reduzem o homem a seus aspectos biológicos e temperamentais. Anti-idealista, corrosiva e impiedosa na consideração dos destinos humanos, a poesia de Augusto dos Anjos, considerada doentia por muitos de seus contemporâneos, sobreviveu ao século XX muito melhor do que a de autores celebérrimos durante a vida do poeta, como Olavo Bilac e Raimundo Correa.

Editora Hedra
Ano 2012
ISBN-13 9788577152841
ISBN-10 9788577152841

Sinopse

Publicado em 1912, Eu seria o único livro de Augusto dos Anjos. Os 58 poemas aqui reunidos causaram enorme estranhamento no ambiente literário do início do século XX e permanecem ainda hoje como exemplares de uma poesia bastante insólita.Frutos de uma singular aliança entre tendências literárias e filosóficas do período, os poemas de Eu são tributários do cientificismo positivista do século XIX, do formalismo parnasiano, do misticismo simbolista — vazado pelas doutrinas espirituais do Oriente, que o poeta empresta de Schopenhauer, junto do pessimismo a respeito das coisas humanas — e das ideias do Naturalismo, que reduzem o homem a seus aspectos biológicos e temperamentais. Anti-idealista, corrosiva e impiedosa na consideração dos destinos humanos, a poesia de Augusto dos Anjos, considerada doentia por muitos de seus contemporâneos, sobreviveu ao século XX muito melhor do que a de autores celebérrimos durante a vida do poeta, como Olavo Bilac e Raimundo Correa.