Capa de Poesia vaginal cem sonnettos sacanas por Glauco Mattoso
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Poesia vaginal cem sonnettos sacanas

por Glauco Mattoso

Páginas227
Editora Hedra
Ano 2015
Edição 1
ISBN-13 9788577154012
ISBN-10 9788577154012

Sinopse

Poesia vaginal? cem sonnettos sacanas, de Glauco Mattoso, possui, nas palavras do próprio (e em sua grafia particular) o differencial e o ineditismo [em relação às outras seleções da minha obra] de sahir de uma tara especifica e incluir todos os temas do pornô classico. Ou seja, tudo o que se imagina que se faz na cama? e muito do que não se imagina...Glauco Mattoso é um dos mais importantes poetas brasileiros contemporâneos, celebrado por sua ousadia e inventividade por nomes como Caetano Veloso, Paulo Leminski, Millôr Fernandes, Augusto de Campos, Décio Pignatari, Tom Zé, entre outros. A partir dos anos 1990, renovou o soneto em português, na linhagem de Vinícius de Moraes (que levou o coloquial para a forma fixa). Mas com outra linguagem: em vez do romantismo de poemas como Soneto de fidelidade, os de Glauco Mattoso são sonetos de fodelidade.Na longa tradição da poesia pornoerótica, o realismo cru, a abordagem variada e a expressão precisa criam a moldura em que as mais profundas experiências humanas se exibem sem qualquer pudor. Mas com muito humor.

Editora Hedra
Ano 2015
Edição 1
ISBN-13 9788577154012
ISBN-10 9788577154012

Sinopse

Poesia vaginal? cem sonnettos sacanas, de Glauco Mattoso, possui, nas palavras do próprio (e em sua grafia particular) o differencial e o ineditismo [em relação às outras seleções da minha obra] de sahir de uma tara especifica e incluir todos os temas do pornô classico. Ou seja, tudo o que se imagina que se faz na cama? e muito do que não se imagina...Glauco Mattoso é um dos mais importantes poetas brasileiros contemporâneos, celebrado por sua ousadia e inventividade por nomes como Caetano Veloso, Paulo Leminski, Millôr Fernandes, Augusto de Campos, Décio Pignatari, Tom Zé, entre outros. A partir dos anos 1990, renovou o soneto em português, na linhagem de Vinícius de Moraes (que levou o coloquial para a forma fixa). Mas com outra linguagem: em vez do romantismo de poemas como Soneto de fidelidade, os de Glauco Mattoso são sonetos de fodelidade.Na longa tradição da poesia pornoerótica, o realismo cru, a abordagem variada e a expressão precisa criam a moldura em que as mais profundas experiências humanas se exibem sem qualquer pudor. Mas com muito humor.