Diferença e repetição
Sinopse
<p>No 50o aniversário da primeira edição, um dos livros mais importantes de Gilles Deleuze volta às livrarias pela Paz e Terra.</p> <p> Concebido como tese de doutorado e publicado originalmente em 1968, <i>Diferença e repetição</i> mostra como o projeto filosófico de Gilles Deleuze elabora uma "geografia" que distingue o espaço de um pensamento da representação (ortodoxo, metafísico, moral, racional) do espaço de um pensamento da diferença (pluralista, ontológico, ético, trágico).</p> <p>Inspirado sobretudo em Nietzsche, Deleuze situa esta obra no espaço de um pensamento "sem imagem", capaz de pensar uma diferença que não se subordine à identidade e uma repetição que não seja mecânica. E, para isso, elabora uma filosofia da diferença, em termos de uma doutrina transcendental das faculdades – que constitui o âmago da filosofia deleuziana.</p> Este livro é também a realização mais rigorosa do procedimento pelo qual Deleuze relaciona filósofos, cientistas, escritores e artistas que expressam um estilo "intempestivo" de pensar; procedimento em que a repetição de um pensamento – com o objetivo de utilizá-lo como instrumento ou como operador – não busca sua identidade, mas a afirmação de sua diferença.
Sinopse
<p>No 50o aniversário da primeira edição, um dos livros mais importantes de Gilles Deleuze volta às livrarias pela Paz e Terra.</p> <p> Concebido como tese de doutorado e publicado originalmente em 1968, <i>Diferença e repetição</i> mostra como o projeto filosófico de Gilles Deleuze elabora uma "geografia" que distingue o espaço de um pensamento da representação (ortodoxo, metafísico, moral, racional) do espaço de um pensamento da diferença (pluralista, ontológico, ético, trágico).</p> <p>Inspirado sobretudo em Nietzsche, Deleuze situa esta obra no espaço de um pensamento "sem imagem", capaz de pensar uma diferença que não se subordine à identidade e uma repetição que não seja mecânica. E, para isso, elabora uma filosofia da diferença, em termos de uma doutrina transcendental das faculdades – que constitui o âmago da filosofia deleuziana.</p> Este livro é também a realização mais rigorosa do procedimento pelo qual Deleuze relaciona filósofos, cientistas, escritores e artistas que expressam um estilo "intempestivo" de pensar; procedimento em que a repetição de um pensamento – com o objetivo de utilizá-lo como instrumento ou como operador – não busca sua identidade, mas a afirmação de sua diferença.