Capa de Grande sertão, veredas travessias por Eduardo de Faria Coutinho
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Grande sertão, veredas travessias

por Eduardo de Faria Coutinho

Páginas135
Editora É Realizaçoes
Ano 2013
ISBN-13 9788580331431
ISBN-10 9788580331431

Sinopse

Grande Sertão: Veredas, Travessias, do renomado crítico e teórico Eduardo F. Coutinho, oferece um completo e complexo panorama da vida e da obra de Guimarães Rosa. O destaque é naturalmente concedido à obra-prima do autor, mas, ao mesmo tempo, o crítico esmiuçou o conjunto da produção rosiana, traçando suas origens e seus diálogos com distintas tradições literárias. Entre tantos diálogos possíveis, dada a vastidão dos interesses culturais e dos conhecimentos linguísticos de Rosa, este livro resgata um percurso fundamental, geralmente negligenciado. Trata-se da inserção rosiana na literatura latino-americana como um todo – e esse é um dos aspectos mais relevantes da bela interpretação aqui desenvolvida.<br/>Na aguda percepção de Coutinho, o autor de Sagarana inventou uma forma própria; forma capaz de tornar produtiva a oscilação constitutiva das culturas latino-americanas. De fato, Rosa demonstrou a vitalidade da "presença de uma tensão entre tendências opostas que se expressavam através de pares antinômicos do tipo: regionalismo x universalismo, objetivismo x subjetivismo, consciência estética x engajamento social". A riqueza da linguagem rosiana tanto resultou dessa tensão quanto ajudou a superá-la, através da invenção de um universo ficcional único. Desse modo, Grande Sertão: Veredas é um livro que abriu novos caminhos, enraizando-se num espaço e tempo determinado, e, por isso mesmo, alcançando uma universalidade poucas vezes atingida por uma obra literária – independentemente de latitudes ou idiomas. O relevante e detalhado estudo analítico do romance é enriquecido pela análise inspirada de uma passagem-cha

Editora É Realizaçoes
Ano 2013
ISBN-13 9788580331431
ISBN-10 9788580331431

Sinopse

Grande Sertão: Veredas, Travessias, do renomado crítico e teórico Eduardo F. Coutinho, oferece um completo e complexo panorama da vida e da obra de Guimarães Rosa. O destaque é naturalmente concedido à obra-prima do autor, mas, ao mesmo tempo, o crítico esmiuçou o conjunto da produção rosiana, traçando suas origens e seus diálogos com distintas tradições literárias. Entre tantos diálogos possíveis, dada a vastidão dos interesses culturais e dos conhecimentos linguísticos de Rosa, este livro resgata um percurso fundamental, geralmente negligenciado. Trata-se da inserção rosiana na literatura latino-americana como um todo – e esse é um dos aspectos mais relevantes da bela interpretação aqui desenvolvida.<br/>Na aguda percepção de Coutinho, o autor de Sagarana inventou uma forma própria; forma capaz de tornar produtiva a oscilação constitutiva das culturas latino-americanas. De fato, Rosa demonstrou a vitalidade da "presença de uma tensão entre tendências opostas que se expressavam através de pares antinômicos do tipo: regionalismo x universalismo, objetivismo x subjetivismo, consciência estética x engajamento social". A riqueza da linguagem rosiana tanto resultou dessa tensão quanto ajudou a superá-la, através da invenção de um universo ficcional único. Desse modo, Grande Sertão: Veredas é um livro que abriu novos caminhos, enraizando-se num espaço e tempo determinado, e, por isso mesmo, alcançando uma universalidade poucas vezes atingida por uma obra literária – independentemente de latitudes ou idiomas. O relevante e detalhado estudo analítico do romance é enriquecido pela análise inspirada de uma passagem-cha