Capa de Forma e exegese e Ariana, a mulher por Vinicius de Moraes
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Forma e exegese e Ariana, a mulher

por Vinicius de Moraes

Páginas160
Editora Companhia das Letras
Ano 2013
ISBN-13 9788580868340
ISBN-10 9788580868340

Sinopse

Neste volume, o leitor tem reunidos <i>Forma e exegese</i> (1935) e <i>Ariana, a mulher</i> (1936), o segundo e o terceiro livro de Vinicius de Moraes, respectivamente. <br> <i>Forma e exegese</i> foi publicado quando Vinicius tinha apenas 22 anos. Mas se o jovem poeta já chamara a atenção da crítica com seu primeiro livro, <i>O caminho para a distância</i> (1933), o segundo trouxe a consagração ao receber o prestigioso prêmio da Sociedade Felipe d'Oliveira. <i>Ariana, a mulher</i> é um único e longo poema que põe em cena, como num transbordamento, o mundo emotivo e existencial de um sujeito. O texto se inicia com o relógio "batendo soturnamente a Meia Noite" e termina com o mesmo relógio "parado sobre a Meia Noite". É nesse mundo estagnado, morto, que o poeta clama por Ariana. Mas ela não é apenas <i>uma</i> mulher; como o título sugere, ela é <i>a</i> mulher. E é também a morte, a vida, a natureza. <br> O volume que o leitor tem agora em mãos abre-se com um caderno de imagens que reproduz manuscritos e datiloscritos - parte do longo trabalho do poeta para chegar à versão final dos poemas -, fotografias e outros documentos, como antigas capas e o recibo de pagamento pela impressão dos primeiros exemplares de <i>Forma e exegese</i>.

Editora Companhia das Letras
Ano 2013
ISBN-13 9788580868340
ISBN-10 9788580868340

Sinopse

Neste volume, o leitor tem reunidos <i>Forma e exegese</i> (1935) e <i>Ariana, a mulher</i> (1936), o segundo e o terceiro livro de Vinicius de Moraes, respectivamente. <br> <i>Forma e exegese</i> foi publicado quando Vinicius tinha apenas 22 anos. Mas se o jovem poeta já chamara a atenção da crítica com seu primeiro livro, <i>O caminho para a distância</i> (1933), o segundo trouxe a consagração ao receber o prestigioso prêmio da Sociedade Felipe d'Oliveira. <i>Ariana, a mulher</i> é um único e longo poema que põe em cena, como num transbordamento, o mundo emotivo e existencial de um sujeito. O texto se inicia com o relógio "batendo soturnamente a Meia Noite" e termina com o mesmo relógio "parado sobre a Meia Noite". É nesse mundo estagnado, morto, que o poeta clama por Ariana. Mas ela não é apenas <i>uma</i> mulher; como o título sugere, ela é <i>a</i> mulher. E é também a morte, a vida, a natureza. <br> O volume que o leitor tem agora em mãos abre-se com um caderno de imagens que reproduz manuscritos e datiloscritos - parte do longo trabalho do poeta para chegar à versão final dos poemas -, fotografias e outros documentos, como antigas capas e o recibo de pagamento pela impressão dos primeiros exemplares de <i>Forma e exegese</i>.