Capa de De olho em Mário de Andrade uma descoberta intelectual e sentimental do Brasil por André Botelho
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De olho em Mário de Andrade uma descoberta intelectual e sentimental do Brasil

por André Botelho

Páginas141
Editora Claro enigma
Ano 2012
ISBN-13 9788581660141
ISBN-10 9788581660141

Sinopse

A trajetória de Mário de Andrade está profundamente ligada à da moderna cultura brasileira. Líder do movimento modernista, Mário participou da Semana de Arte Moderna de São Paulo, escreveu obras importantes, como Macunaíma, e, acima de tudo, viveu intensamente o espírito modernista nas mais diversas esferas. Nas artes, procurou promover o diálogo criativo entre formas populares e eruditas; a partir da música, estudou e refletiu sobre as mais diversas manifestações artísticas; como intelectual e homem público, experimentou e praticou a tão almejada renovação cultural. Com a ajuda de mais de trinta fotos e pinturas que ilustram a vida de Mário de Andrade, André Botelho apresenta esse poeta, romancista, contista, cronista, fotógrafo, colecionador, pianista, professor e leitor inveterado, que um dia se definiu dizendo: “Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cinquenta”.

Editora Claro enigma
Ano 2012
ISBN-13 9788581660141
ISBN-10 9788581660141

Sinopse

A trajetória de Mário de Andrade está profundamente ligada à da moderna cultura brasileira. Líder do movimento modernista, Mário participou da Semana de Arte Moderna de São Paulo, escreveu obras importantes, como Macunaíma, e, acima de tudo, viveu intensamente o espírito modernista nas mais diversas esferas. Nas artes, procurou promover o diálogo criativo entre formas populares e eruditas; a partir da música, estudou e refletiu sobre as mais diversas manifestações artísticas; como intelectual e homem público, experimentou e praticou a tão almejada renovação cultural. Com a ajuda de mais de trinta fotos e pinturas que ilustram a vida de Mário de Andrade, André Botelho apresenta esse poeta, romancista, contista, cronista, fotógrafo, colecionador, pianista, professor e leitor inveterado, que um dia se definiu dizendo: “Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cinquenta”.